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26 de out. de 2012

Aécio: Nordeste - senador diz que oposição está mais forte

Aécio diz que PSDB se reinseriu no Norte e Nordeste. Proposta é mostrar ao Brasil uma visão moderna de gestão pública eficiente.


Aécio: Eleições 2012


Aecio: Facebook – visite a página: O endereço do perfil é http://www.facebook.com/AecioNevesOficial


Fonte: PSDB MG


O senador Aécio Neves, que esteve em São Luis, para fazer campanha para João Castelo comentou sobre as últimas declarações do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, réu do mensalão e condenado pelo STF por formação de quadrilha. Aécio comentou ainda que o PSDB nas eleições 2012 está mais fortalecido no Norte e Nordeste.



Aécio Neves – Primeiro, em respeito aos momentos difíceis por que passa José Dirceu, eu não vou respondê-lo. As preocupações de José Dirceu hoje não são mais políticas, estão em outra ordem. Vou continuar fazendo e discutindo política.


Quanto aos resultados do primeiro turno dessas eleições, o fato mais consistente é que o PSDB e as oposições se reinseriram no Nordeste e no Norte do país de forma muito vigorosa. Já no primeiro turno, vencemos a prefeitura de duas capitais, Aracaju e Maceió, estamos disputando com enormes possibilidades várias outras capitais, como Salvador, ainda pelo Nordeste, como João Pessoa e Campina Grande, na Paraíba, aqui em São Luís com uma extraordinária expectativa de que vamos, mais uma vez, ter aqui uma administração honrada, equilibrada e preparada com João Castelo.


Estamos disputando em Manaus, onde estarei logo mais à noite. Estamos disputando em Belém do Pará, estamos disputando em Teresina, estamos disputando em Rio Branco. Então, um conjunto de cidades que faz com que haja uma inversão daquilo que ocorreu quatro anos atrás, onde o PSDB e a oposição tinham sido quase que dizimados.



Agora não, os palanques da oposição estão muito vigorosos. É a demonstração de que há um certo cansaço em relação ao modus operandi do PT. Aqui mesmo, o candidato deles não foi feliz na sua campanha no primeiro turno.



Estou muito otimista. A nossa responsabilidade, a partir desses resultados eleitorais, é apresentar ao Brasil uma nova proposta, uma proposta ousada e moderna de gestão pública, corajosa do ponto de vista das reformas


Mas eu venho hoje aqui, principalmente, prestar a minha solidariedade, o meu respeito e a minha admiração por João Castelo que, sem dúvida alguma, num segundo mandato, poderá fazer os avanços que não foram possíveis ainda no primeiro mandato.


Eu governei Minas Gerais por dois mandatos e no segundo é que nós colhemos os principais frutos daquilo que plantamos no primeiro mandato. Portanto, venho em nome de toda a direção nacional do partido trazer ao Castelo, ao Neto, seu companheiro de chapa, uma palavra de muito apoio e de muitas expectativas de que eles possam não só vencer as eleições, mas fazer uma administração que continue honrando as melhores tradições de São Luís e do Maranhão.


Eleições 2012: Aécio – Link da matéria: http://psdbmgnaseleicoes2012.wordpress.com/2012/10/24/aecio-neves-apoia-candidato-tucano-em-sao-luis-no-maranhao/

25 de out. de 2012

Aécio: oposição - últimas ações do senador fortalecem oposição

Aecio: senador tem criticado a mistura entre o público e o partidário e a prevalência das causas de um partido sobre interesses de Estado.


Aecio2014: Eleições 2012


Aecio: Facebook – visite a página: O endereço do perfil é http://www.facebook.com/AecioNevesOficial


 Aecio deixa oposição mais forte

Aecio: senador tem criticado a mistura entre o público e o partidário e a prevalência das causas de um partido sobre interesses de Estado.



Fonte: artigo - Valor Econômico


A sorte do PSDB começa a ser traçada


Por Rosângela Bittar


Encerrada a campanha municipal, a hora é de assumir e construir a candidatura presidencial do PSDB. Assim pensam a maioria da direção e seu provável candidato, o ex-governador, ex-presidente da Câmara, atual senador e líder da oposição Aecio Neves. As eleições de 2012 foram o evento, dos últimos anos, de melhor efeito político para Aecio. Nunca antes havia desenvolvido, com o atual traquejo, por pensamentos, palavras e obras, sua veia oposicionista. Apesar de ter êxito como cabo-chefe da campanha eleitoral de um prefeito aliado ao governo federal, Marcio Lacerda (PSB), de Belo Horizonte, numa disputa ali vitoriosa no primeiro turno, pela primeira vez, o PT facilitou sua mágica ao romper com o PSB e lançar candidatura concorrente.


Do discurso ao enfrentamento, das iniciais de um projeto à obsessão pelas alianças, inclusive abrindo mão da sua própria legenda para favorecer aliados melhor situados, Aecio praticou oposição, desta vez. Andou país afora, foi ao Sul, ao Nordeste, ao Norte, chamou para a briga a presidente Dilma e o ex-presidente Lula. Revidou ironias, acusou-a de ter subtraído a Minas Gerais (Estado natal da presidente) R$ 400 milhões por ano com o veto ao aumento dos royalties do minério, apontou equívocos em sua atuação política e administrativa. O senador criticou-a por ter colocado o governo a serviço do partido e por haver contestado interpretação do Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão. Nenhum tema considerou delicado ou proibido, como considerava antes.


Para Lula, sobrou o epíteto de “líder de facção”. “O lulismo, da forma como existia, não existe mais”, decretou. Aecio considerou Dilma uma “estrangeira” em Minas, e quando se apresentou como mineira, ironizou no palanque perguntando onde mesmo ela tinha domicílio eleitoral, no momento em que já viajava ao Rio Grande do Sul para votar.


Aecio Neves estreou na oposição na campanha municipal


Em artigos na “Folha de S. Paulo”, Aecio fustigou o governo e desprezou o que foi avaliado como sucesso da presidente. Em um dos últimos tratou da questão ética a partir da renúncia do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, o mineiro Sepúlveda Pertence, à presidência da Comissão de Ética Pública, por insatisfação com a falta de apoio da presidente: Dilma puniu com a não renovação do mandato os conselheiros que recomendaram afastamento de ministros por suspeita de corrupção.


“Alguns pretensos avanços propagados pelo governo Dilma Rousseff não se concretizaram. A faxina ética é uma delas. Não se conhece providência efetiva para as graves denúncias que derrubaram um número recorde de ministros. Os problemas continuam – obras e projetos inacabados, orçamentos multiplicados a esmo, benevolências de toda ordem para alguns grandes grupos econômicos”, escreveu.


A mistura entre o público e o partidário e a prevalência das causas de um partido – o PT – sobre os interesses de Estado, são outros destaques do novo discurso de Aecio Neves.

Para o PSDB não há mais dúvidas de que o senador é o candidato do partido à Presidência da República, com ação e discurso testados na atual campanha. O ano de 2013 será dedicado à formulação das teses, projetos e estratégias. O critério de prioridade absoluta às alianças é o primeiro na lista de cláusulas desde já pétreas.


Os balanços que o presidente do PSDB mineiro, o deputado federal Marcus Pestana, tem feito sobre o desempenho do partido na campanha municipal deste ano já considera como vitória de Aecio tudo o que não for o PT, o PCdoB e uma parcela minoritária do PMDB de Minas. Todos os demais estavam de alguma forma associados a ele. O PSDB até reduziu o número de prefeitos eleitos do partido porque Aecio abriu mão a favor de aliados. É o que chamam por lá de “cultura aliancista” de Aecio.


O projeto nacional contará com isso em primeiro lugar. Em segundo lugar está a formulação do discurso e programa. No Senado foram feitos alguns ensaios, embora ainda tímidos. Aecio se manifestou, por exemplo, contra o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) e fez a defesa de umaprivatização transparente. O senador vem sublinhando, para definir-se contra, algumas características que considera marcantes do governo do PT, como o aparelhamento do Estado.


Deixou de restringir iniciativas de auxiliares sempre mais aflitos com a demora em praticar uma oposição mais firme e assumir a candidatura. Aecio alegava, e já não alega, que na escola de seu avô Tancredo Neves não se fica muito tempo exposto para não ser o único alvo. As equipes já se sentem liberadas para iniciar o trabalho de construção de uma agenda. Aecio já esteve em uma reunião, convocada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com Armínio Fraga, Pedro Malan, Edmar Bacha, André Lara Resende, para dar início ao debate interno. Saiu de lá satisfeito.


O presidente do PSDB de Minas, Marcus Pestana, começará a reunir ideias que vem colhendo no partido e entre intelectuais e estudiosos para apresentar ao presidente do PSDB, Sérgio Guerra, ao próprio Aecio e ao presidente do Instituto Tancredo Neves, Tasso Jereissati, o que vem chamando de “readequação programática”. A partir disso, na melhor tradição dos partidos social-democratas europeus, o PSDB faria a mobilização municipal, estadual e nacional para a elaboração de um regimento orientador do congresso nacional do partido, a ser convocado, e nele ungir o candidato.


O PSDB quer elaborar um programa para “empolgar a sociedade”, é a intenção. O passo seguinte será enfrentar o maior problema do Aécio, que é tornar-se conhecido no Brasil. Para isso, o congresso partidário definiria uma estratégia de comunicação e mobilização. Essa, provavelmente, é a questão fundamental entre todas, porque embute solução para um dos problemas mais visíveis das campanhas hoje: o da linguagem, pior que o de financiamento, muitas vezes. As campanhas perderam a espontaneidade, a fronteira ideológica, o concurso de intelectuais e pensadores e enfrentam, desde as últimas, uma questão insolúvel considerada grave, a dos evangélicos.


Nenhum partido político resolveu o que fazer com a Igreja que virou grupo eleitoral, tem bancadas fortes e numerosas no Congresso, tempo de televisão e templo para orientar votação. Um problema-fenômeno que se impõe.


Rosângela Bittar é chefe da Redação, em Brasília. Escreve às quartas-feiras


Aecio: 2014 - Link da matéria: http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2877586/sorte-do-psdb-comeca-ser-tracada

23 de out. de 2012

Eleições 2012: PSDB fica forte em Minas e elege maior número de prefeitos

Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas. Com a apoio de Aécio, partido foi o que elegeu o maior número de prefeitos.


Eleições 2012: PSDB e Aecio


 Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas

Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas. Com a apoio de Aécio, partido foi o que elegeu o maior numero de prefeitos.



Fonte: artigo - O Tempo


A vitória da aliança


O que diz a aritmética das urnas

RODRIGO DE CASTRO
Deputado federal


Os resultados das recentes eleições em Minas Gerais consagraram a grande aceitação em nosso Estado de uma ampla aliança política, estabelecida em 2002, sob a liderança do senador Aecio Neves, aprofundada nos pleitos seguintes e cimentada pelas realizações de um modelo de gestão de reconhecida eficácia. Por mais inventivas que sejam as maneiras de se fazer as contas, a aritmética das urnas aponta para uma realidade inescapável: cerca de 80% dos prefeitos eleitos nos 853 municípiospertencem à base do governo Anastasia.


Estamos falando de uma aliança duradoura, movida pelo casamento de objetivos estratégicos e não pelos interesses fortuitos da conjuntura e pautados pelo toma-lá-dá-cá da política tradicional. Há um projeto em Minas, visível pela sua unidade e coerência cristalinas. Em torno dele, somam-se aliados de um lado, e perfilam-se os adversários de outro. É da democracia – e é simples assim.


Dentre todos os resultados municipais já conhecidos, chama a atenção o excelente resultado obtido pelo candidato Marcio Lacerda, com apoio do PSDB, reeleito para comandar a Prefeitura de Belo Horizonte.


Marcio Lacerda venceu no primeiro turno, como candidato de uma convergência política também muito ampla. Com o apoio decisivo de Aecio, derrotou adversários do PT sustentados por forças de envergadura nacional. E, mesmo sem esse propósito, a aliança com o PSDB acabou contribuindo para que os resultados de BH tivessem projeção em todo o país.


Além de parceiro determinado de Marcio Lacerda e de sua vitória acachapante, o PSDB tem mais a comemorar. No primeiro turno, os tucanos elegeram 143 prefeitos, 122 vice-prefeitos e 979 vereadores. Fomos o partido que elegeu o maior numero de prefeitos.


A coalizão do PSDB com os partidos aliados também saiu revigorada. Como já foi dito, nas 59 maiores cidades do Estado, quatro aguardam o segundo turno, as forças aliadas venceram em 37 delas e a oposição em apenas 18.


A densidade dos resultados obtidos pelo PSDB e seus aliados em Minas fez com que os espaços vinculados ao PT nas redes sociais iniciassem um engraçado, articulado e desesperado esforço para tentar demonstrar que o PSDB saiu isolado das eleições em Minas.


Para tentar botar de pé esse raciocínio, haja criatividade! Para eles, a vitória de Marcio Lacerda é uma vitória do PSB e não de Aecio, embora o próprio governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tenha reconhecido as características especiais do pleito em BH.


O esforço do PT em ignorar a realidade faz lembrar uma anedota antiga do mais puro humor britânico. Quando o denso nevoeiro tomava conta do Canal da Mancha e impedia o tráfego de qualquer embarcação, os ingleses, de forma resignada diante da constatação de que a sua ilha ficaria afastada, se divertiam apontando o oposto da realidade: “É, o continente hoje está isolado”.


Aqueles que, entre nós, enxergam o isolamento do continente em vez do isolamento da ilha, simplesmente padecem de miopia política. Diante dos fatos e dos números, é bom lembrar aos perdedores dos mais diferentes matizes uma máxima universal do debate democrático: o choro é livre.


Eleições 2012: Aecio – Link da matéria: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=214195,OTE&IdCanal=2

19 de out. de 2012

Aecio e Campos abrem caminho para 2014 e querem derrotar PT em Uberaba

Aecio e Campos em Uberaba abrem caminho para 2014. Senador apoia candidato do PSB no Triângulo. Relação entre PT e PSB estão estremecidas.


Aecio: presidente 2014


 Aecio e Campos em Uberaba abrem caminho para 2014

Aecio e Campos em Uberaba abrem caminho para Presidência da República em 2014. Foto Revista Época



Fonte: Correio Braziliense


Aecio e Eduardo juntos


Belo Horizonte – Dois possíveis concorrentes à Presidência da República em 2014, o senador Aecio Neves(PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), participam juntos, hoje, pela primeira vez, da campanha de um candidato apoiado por ambos nas eleições municipais 2012. O pedido conjunto de votos será em Uberaba, no Triângulo Mineiro, para o deputado estadual Antônio Lerin (PSB), que disputa o segundo turno na cidade contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB).


A viagem a Uberaba tem ingredientes para trazer alguma fervura à sucessão da presidente Dilma Rousseff em 2014. O PSB é um dos principais partidos aliados do Palácio do Planalto, mas Eduardo Campos e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estremeceram as relações entre PT e PSB ao não fecharem acordo para candidatura comum no Recife. O governador apoiou Geraldo Julio (PSB), que venceu a eleição, enquanto o partido de Lula indicou o senador Humberto Costa (PT), que ficou em terceiro lugar na disputa.


Eduardo e Aecio tiveram a chance de aparecer juntos também em Belo Horizonte, onde o senador, em aliança idêntica, apoiou o candidato do PSB, o prefeito Marcio Lacerda, que se reelegeu. O governador de Pernambuco, no entanto, não esteve na capital.


O presidente estadual do PSDB, deputado federal Marcus Pestana, acredita que o encontro dos dois presidenciáveis em Uberaba fortalece ambos nas articulações para a disputa pelo governo federal em 2014. “É o quadro político nacional fugindo dessa lógica totalitária, de hegemonia única de um partido só”, afirmou, referindo-se ao PT. “É um sinal de que o PSB, como já disse o próprio Eduardo Campos, não será uma sublegenda do Partido dos Trabalhadores em 2014“, avaliou. Segundo Pestana, Aecio partirá de São Paulo e Eduardo do Recife para a campanha em Uberaba, que está prevista para começar às 16h30, com uma caminhada no chamado Calçadão, na região central da cidade mineira.


O vice-presidente estadual do PT em Minas Gerais, o deputado federal Miguel Correa Júnior, não vê significado algum no encontro além da união comum entre partidos para disputas locais. “O governador de Pernambuco já disse que é aliado do PT”, minimizou.


O articulador da visita de Eduardo e Aecio a Uberaba hoje foi Marcos Montes (PSD), deputado federal. “A ideia era os dois virem, então fizemos uma montagem para que viessem juntos”, contou o parlamentar. Além da caminhada, o governador de Pernambuco e o senador mineiro terão ainda um encontro fechado com militantes.


Nestes dias que antecedem o segundo turno, Aecio deve participar apenas na propaganda eleitoral em rádio e televisão das outras campanhas em Minas Gerais. O parlamentar não irá a Montes Claros, onde o partido apoia o PRB; a Juiz de Fora, cidade em que os tucanos anunciaram apoio a Bruno Siqueira (PMDB); nem a Contagem, onde a legenda do parlamentar aderiu à campanha de Carlin Moura (PCdoB). Nos três municípios, o confronto é contra o PT.


Empate técnico em Fortaleza
A disputa pela prefeitura de Fortaleza está tecnicamente empatada, segundo pesquisa Datafolha divulgada ontem. Apesar da ligeira vantagem do candidato do PT, Elmano de Freitas, que tem 42% das intenções de voto, contra 37% de Roberto Cláudio (PSB), a margem de erro, de três pontos percentuais, contempla o empate. Os votos brancos e os nulos somam 11% e 9% não sabem ou não responderam ao levantamento. A disputa também é apertada considerando os votos válidos. Se a eleição fosse hoje, Elmano teria 53% e Roberto Cláudio, 47%. A pesquisa do Datafolha foi realizada entre os dias 16 e 17 deste mês e ouviu 1.281 pessoas na capital cearense. A amostragem foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado sob o número CE-00180/2012.


Aecio: presidente 2014 - Link da matéria: http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/cadernos/politica/2012/10/19/interna_politica,58358/aecio-e-eduardo-juntos.shtml

10 de out. de 2012

Jaques Wagner: Aécio quer ser presidente, comentou governador da Bahia

Aécio quer ser presidente, diz governador da Bahia. Jaques Wagner critica julgamento do mensalão e minimiza vitória de Campos em Recife.


Aécio: presidente 2014


Fonte: Valor Econômico


Jaques Wagner condena ‘espetáculo’ do julgamento


 Aécio quer ser presidente, diz governador da Bahia

‘Aécio quer ser presidente’, diz governador da Bahia.



Wagner: “Me consta que Aécio quer ser presidente. Ele [Campos] vai se afastar do governo para ser vice do Aécio?”.

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), afirma que o julgamento do processo do mensalão do PT ganhou “conotação politizada demais” e tem influência nas eleições municipais, embora não seja determinante. No segundo turno, acredita que o peso será menor – assim como o das greves que desgastaram sua gestão -, já que o eleitor “despejou um pouco de sua raiva”. Wagner diz que o julgamento peloSupremo Tribunal Federal (STF) virou um “espetáculo”, que transforma ministros em heróis e constrange os que contrariam o senso comum.

“Uma coisa é a transparência, outra é o espetáculo. Não sei se faz bem à democracia. (…) Então o ministro Ricardo Lewandowski [revisor] está proibido de ter opinião jurídica diferente de Joaquim Barbosa [relator], porque um virou herói? Lewandowski é um dos 11 integrantes. Então tudo o que falar está contaminado, porque não está no senso comum do que todo mundo pensa? Então vamos fazer justiça com as próprias mãos”, diz.

Para Wagner, os envolvidos tiveram “julgamento público” e pagaram preço muito alto, com constrangimento pessoal e familiar. No caso do ex-ministro José Dirceu, compara a cassação na Câmara à pena de morte. No segundo turno, defende que o PTenfrente esse debate, lembrando os escândalos que abateram a oposição. “O povo sabe que tem demônios e santos em tudo que é partido. E que nenhum deles tem a tutela da moralidade absoluta”, diz.

Com um olho no segundo turno da eleição de Salvador, onde o candidato do PT, Nelson Pelegrino, vai disputar com Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM), e o outro no cenário nacional, no qual é um dos nomes do PT para a sucessão da presidente Dilma Rousseff, Wagner minimiza a vitória do governador Eduardo Campos (PSB) nesse primeiro turno, com a eleição de Geraldo Júlio em Recife. Para ele, lá “o PT é que acabou com o PT“, com um “rol de trapalhadas”.

O governador considera natural que Campos tenha pretensão de disputar a Presidência da República, mas diz que, apesar disso, não pode ser visto como opositor do PT, mesmo tendo vista os embates no Recife e em Belo Horizonte, onde Marcio Lacerda venceu no primeiro turno com apoio do tucano Aécio Neves, e Fortaleza, cidade na qual o segundo turno será disputado pelas duas legendas.


Evitando antecipar uma ruptura da base de Dilma, nega que haja uma “trama” entre o colega de Pernambuco, que é presidente do PSB, e Aécio, para uma aliança futura, contra o PT. Wagner prefere atribuir a uma “infeliz coincidência” o fato de PT e PSBterem se enfrentado nessas três cidades estratégicas. “Me consta que Aécio quer ser presidente. Ele [Campos] vai ter interesse em se afastar desse projeto para ser vice do Aécio?“

O governador, cuja base aliada elegeu cerca de 340 prefeitos dos 417 da Bahia, já articula a participação de Dilma e de Lula em comício de Pelegrino. No primeiro turno, ambos gravaram para o programa eleitoral, mas apenas o ex-presidente foi a Salvador. Quer, também, o apoio do PMDB de Geddel Vieira Lima – aliado de Dilma, mas oponente de Wagner na Bahia – no palanque do petista. O PMDB lançou Mário Kertész, que ficou em terceiro, com mais de 9% dos votos.

“Como existe um alinhamento nacional do PT com o PMDB, entendo que tem uma naturalidade da política essa aproximação, não uma obrigatoriedade. (…) Estamos discutindo uma campanha eleitoral em que está o projeto da Dilma versus o projeto do [José] Serra ou do Aécio [Neves], do DEM e do PSDB”, afirma Wagner.

Mas não vai oferecer a Geddel vaga na chapa governista à eleição majoritária de 2014, em troca do apoio a Pelegrino. As três vagas (governador, vice e senador) já são poucas para acomodar os partidos que integram hoje sua base. Compromete-se apenas com a possibilidade de o PMDB, se for para a base, participar das negociações.

“Não fico devendo o que não posso entregar. Se o Geddel apoiar Pelegrino, não está na obrigação de apoiar meu candidato em 2014. A recíproca é a mesma. Se ele tiver no apoio ao governo, é um partido que entra na discussão. Mas não posso dizer que a vaga é dele e desconstituir um conjunto de partidos.” A permanência ou não de Geddel no governo federal – ele ocupa a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal -, caso decida apoiar o DEM, é uma decisão de Dilma e do PMDB, diz Wagner.

No caso da eleição de Salvador, Wagner avalia que o julgamento do mensalão teve seu peso, assim como outras variáveis, como a greve de policiais e a de professores, que durou mais de cem dias, que desgastaram seu governo.

Embora rejeite a tese da transferência de dinheiro do PT para aliados em troca de apoio ao governo – o que foi batizado de “mensalão do PT” -, Wagner admite que o PT envolveu-se numa “grande trapalhada”, em 2004, quando ajudou financeiramente os partidos aliados. A estratégia era eleger mais de mil prefeitos da base, para chegar mais forte a 2006, na reeleição de Lula.

Ele responsabiliza o sistema eleitoral brasileiro, no qual os candidatos têm de buscar financiamento para as campanhas, e defende o financiamento público, como forma de dar oportunidade a quem quer disputar “sem ter que passar o chapéu”. Com o medo do empresariado de financiar campanhas e, futuramente, se ver envolvido em algum escândalo, o governador confirma que aumentou a chamada doação oculta, pela qual transferências são feitas aos partidos que, por sua vez, fazem a distribuição às candidaturas. “Tem um jogo de hipocrisia. Porque, se o cara ajudou, não ser um privilegiado [após a eleição], mas também não pode ser um pária. Por isso, acho que as pessoas exorbitam na crítica, porque ficam no céu ou no inferno. E a vida é muito mais purgatório.”

Em seu segundo ano de mandato, Wagner diz que sonha em disputar a Presidência, mas nega ter obsessão pelo projeto. Sua prioridade é reeleger Dilma em 2014. Ele não descarta a possibilidade de ficar no cargo até o fim do mandato e não disputar as próximas eleições. Para facilitar a composição dos aliados na chapa majoritária (governador, vice e senador), Wagner aceita disputar a Câmara dos Deputados.

Wagner diz que continuará, na campanha de Salvador, o discurso do alinhamento político entre prefeitura e governos estadual e federal, mas nega que seja uma ameaça de discriminação, se o eleito for de outro partido. Ele define o que prega como um “alinhamento de projeto, sinergia de pensamento”.

Após 12 anos de gestão petista na Presidência da República, o governador diz que há um desgaste do governo. Mas cita o crescimento de cerca de 15% do PT, nessas eleições, como um dado para mostrar que o partido ainda tem fôlego, embora alguns interpretem que o peso da influência de Lula diminuiu.


Aécio: presidente- Link da matéria: http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2862098/jaques-wagner-condena-espetaculo-do-julgamento

9 de out. de 2012

PSDB pode sair vitorioso das eleições em 2012

PSDB pode sair vitorioso das eleições em 2012. Hoje, o PSDB tem nove das maiores cidades do país. Pode chegar a 22.


PSDB: Eleições 2012


Fonte: Folha de S.Paulo


PT e PSDB têm melhores resultados no grupo das maiores cidades do país


Nos municípios com mais de 200 mil eleitores, PT ganhou 8 prefeituras e disputará mais 22


O PSDB teve o segundo melhor desempenho, com seis prefeitos já eleitos e 17 candidatos no segundo turno

Clique na imagem para ampliar

 PSDB pode sair vitorioso das eleições em 2012

PSDB pode sair vitorioso das eleições em 2012. Hoje, o PSDB tem nove das maiores cidades do país. Pode chegar a 22. – Clique na imagem para ampliar



PT e PSDB saíram na frente na disputa pelo comando das 83 maiores cidades do país, aquelas com mais de 200 mil eleitores.


Nesse grupo -que representa 1,5% das prefeituras, mas 36,5% do eleitorado-, o PT venceu 8 prefeituras no primeiro turno e disputará segundo turno em 22. O potencial do partido é de chegar ao comando de 30, contra 21 que administra hoje.


Além de São Paulo, onde Fernando Haddad disputa segundo turno com o tucano José Serra, petistas estão na briga em outras cinco capitais, como Salvador e Fortaleza, e várias cidades de regiões metropolitanas, como Santo André (SP) e Contagem (MG).


Já o PSDB, que elegeu seis prefeitos nas 83 maiores cidades, também tem amplo potencial de crescimento. Tucanos disputarão segundo turno em 17 localidades.


Hoje, o PSDB tem nove das maiores cidades do país. Pode chegar a 22.


PT e PSDB, justamente os partidos que polarizam as eleições presidenciais desde 1994, formam o principal confronto em 28 de outubro.


Nos 50 municípios com segundo turno, os dois partidos irão se enfrentar em seis cidades. Além de São Paulo, brigam diretamente em Guarulhos, Taubaté (SP), João Pessoa (PB), Pelotas (RS) e Rio Branco (AC).


A maioria dos 83 maiores colégios eleitorais do país fica no Sudeste (46), seguido por Nordeste (14), Sul (12), Norte (6) e Centro-Oeste (5).


O PMDB, que comanda 15 dessas cidades, conquistou três no primeiro turno e segue na briga em outras 16. Já o PSB, hoje no comando de quatro, levou cinco anteontem e disputa outras seis no segundo turno.


O PSD, recém-criado pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab após uma dissidência do DEM, venceu apenas uma dessas disputas anteontem. Concorrerá em outras cinco.


No grupo das menores prefeituras do país, os 3.875 municípios com menos de 15 mil habitantes, o PMDB continua sendo a sigla com o maior número de prefeitos. Elegeu 749 agora, 271 a mais que o PSDB, o segundo colocado.


Um gráfico nas págs. A10 e A11 mostra o desempenho dos principais partidos conforme o porte dos municípios.


PSDB: Eleições 2012 - Link da matéria - http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/71033-pt-e-psdb-tem-melhores-resultados-no-grupo-das-maiores-cidades-do-pais.shtml

Aécio presidente: senador quer conquistar o Nordeste

Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste de olho em 2014. Aécio ressalta grande identidade e parceria com Eduardo Campos (PSB).


Aécio: presidente 2014


Fonte: O Globo


’O PSB sempre foi meu aliado’


Senador diz ter grande identidade com socialistas


Nome mais forte para disputar a Presidência pelo PSDB em 2014, Aécio corteja socialistas e diz que PT perdeu espaço no Norte e Nordeste


BELO HORIZONTE Colhendo os louros da reeleição de seu afilhado Márcio Lacerda (PSB) à prefeitura de Belo Horizonte, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem estar aberto a convites para ajudar nas campanhas dos aliados em todos os estados, e manda recados de gentileza ao PSB.


 Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste

Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste. Aécio ressalta grande identidade e parceria com Eduardo Campos (PSB).



Afirma que José Serra tem grandes chances de vencer o petista Fernando Haddad em São Paulo, se conseguir criar a imagem de avanço. E que, se o companheiro paulista achar que ele pode ajudar, estará em seu palanque. Aécio ressalta a grande identidade e parceria com o PSB de Eduardo Campos, mas afirma que caberá a ele decidir se vai integrar um projeto que se contraponha ao PT, ou partir para um projeto alternativo próprio.


Vai continuar viajando pelo país no segundo turno das eleições muncipais?
Aécio - Coloquei-me à disposição do partido e dos aliados e estou muito feliz com os resultados. Provavelmente, vou continuar viajando. Um fato importante foi a reinserção das oposições no Norte e Nordeste. Do ponto de vista político, é a sinalização mais importante que tivemos nestas eleições. Um reduto quase fechado do PT, onde o PT agora ficou fora do jogo. É lá que será nossa prioridade.


Dilma deve entrar nas disputas em Salvador, São Paulo. O senhor vai também?
Aécio - Vou estar à disposição de meus companheiros. Já estive em em vários lugares, em Salvador e devo voltar.


O senhor e Eduardo Campos foram lançados candidatos a presidente aqui em BH e em Recife. Como imagina que estarão em 2014?
Aécio - Temos que esperar 2014. Tenho uma relação extremamente fraterna com o Eduardo. Sempre soubemos compreender nossas circunstâncias. O PSB sempre foi meu aliado em Minas. Não é uma aliança forçada em véspera de eleição. É uma identidade muito forte. E identidade que se estende a outros estados. Mas tenho que respeitar a posição do Eduardo, que, hoje, é um aliado do governo. Ele é quem vai ter que, num determinado momento, escolher o seu caminho. O PSDB terá responsabilidade de construir e aglutinar forças políticas em torno de um projeto novo para o Brasil. Tenho forte relação com lideranças importantes do PSB.
Se isso vai amanhã para um entendimento, o tempo dirá. Não tenho dificuldades para isso.


Quais as chances de Serra em São Paulo?
Aécio - Expressivas. O Serra tem uma densidade muito própria.


Serra precisa mudar o discurso para reduzir a grande rejeição?
Aécio - Acho que a campanha permitirá isso. Vai ter que inspirar um sentimento de mudança, de avanços. Vai ser um briga dura mas nós estamos muito otimistas.



Aécio: presidente 2014 - Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/aecio-ha-identidade-com-psb-mas-rumo-de-2014-ainda-sera-definido-6342868

8 de out. de 2012

Aécio presidente: senador ganha vantagem na corrida presidencial em 2014

Aécio ganha vantagem: senador e possível “presidenciável” Aécio Neves disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições no Nordeste.


Aécio presidente: eleições 2012


Fonte: Brasil Econômico -


Presidenciáveis saem fortalecidos no primeiro turno das eleições


Segundo lugar do PT em São Paulo e vitória de Lacerda em BH dão fôlego a Dilma, Aécio e Campos para 2014


 Aécio ganha vantagem na corrida presidencial em 2014

Eleições 2012: Senador e possível “presidenciável” Aécio Neves(PSDB) disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições, principalmente no Nordeste



O resultado final da apuração nas capitais brasileiras revela um quadro de polarização entre PT e PSDB e consolidação do PSB como potência política emergente. Apesar da repercussão do julgamento do mensalão na mídia, os petistas comemoraram muito ontem. A sigla do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff venceu no primeiro turno em Goiânia e chegou ao segundo em cinco capitais: São Paulo, Salvador, Fortaleza, João Pessoa e Rio Branco.


Além disso, a legenda foi bem sucedida em cidades consideradas estratégicas, como Osasco, em São Paulo, que é o berço político e João Paulo Cunha, réu no mensalão. Mas em comparação às eleições de 2008, o PT retrocedeu. Há quatro anos os petistas venceram no primeiro turno em seis capitais: Vitória, Rio Branco, Recife, Palmas, Porto Velho e Fortaleza. Dois resultados foram especialmente amargos para os petistas no domingo. Em Recife, o senador Humberto Costa foi atropelado por Geraldo Julio, do PSB, que venceu no primeiro turno.


E em Belo Horizonte o petista Patrus Ananias viu seu adversário, Márcio Lacerda (PSB), ser reeleito. Esses dois resultados fortalecem os projetos de dois presidenciáveis para 2014: o senador Aécio Neves (PSDB), padrinho político de Márcio Lacerda, e o governador Eduardo Campos (PSB). Depois de vencer no primeiro turno em duas capitais em 2008 – Teresina e Curitiba -, o PSDB emplacou apenas uma agora: Maceió. Por outro lado, o partido de Fernando Henrique Cardoso levou oito postulantes ao segundo turno e lidera esse ranking.


O PSB repetiu o desempenho da eleição anterior e elegeu dois prefeitos no primeiro turno. “Nenhum partido saiu da eleição como força hegemônica. O PT reagiu na reta final e ficou claro que o efeito do mensalão foi residual. O PSDB foi bem em capitais menores”, opina o cientista político Aldo Fornazieri, diretor da Escola de Sociologia Política de São Paulo.


Apesar do revés em São Paulo e Salvador, o PMDB de Michel Temer venceu com tranquilidade no Rio de Janeiro e também saiu fortalecido do pleito. Numericamente, os tucanos lideram o ranking de candidatos que chegaram ao segundo turno. Nove nomes da legenda avançaram. Mais contundente partido da oposição, o DEM venceu ontem em Aracaju com João Alves Filho, que obteve 52,72% dos votos. Além de São Paulo, os rivais PSDB e PT se enfrentarão em outras duas capitais: João Pessoa e Rio Branco. Já o “aliado” PSB enfrentará o PT em Fortaleza. No quadro geral, o resultado foi bom para a presidente Dilma. Partidos da base aliada venceram na maioria das capitais.


“PSB entrou na vida adulta”, diz Campos
Partido venceu eleição já no primeiro turno em Belo Horizonte e no Recife>Das seis capitais brasileiras que decidiram o pleito no primeiro turno das eleições municipais, realizado ontem em todo o país, o PSB conquistou duas de peso: Belo Horizonte e Recife.Na capital mineira, Marcio Lacerda (PSB) conseguiu evitar um embate mais acirrado com o antigo aliado do PT, Patrus Ananias, ao garantir a reeleição ontem.


Lacerda, que se elegeu em 2008 com o apoio do PT, rompeu com o partido da presidente Dilma na reta final da amarração das alianças, e manteve a parceria com o PSDB, do senador Aécio Neves (PSDB), principal força política no estado e provável candidato tucano à Presidência daqui a dois anos.A outra vitória do partido foi em Recife. Geraldo Julio foi eleito com 51,14% dos votos. Em segundo lugar ficou Daniel Coelho, do PSDB, com cerca de 27% dos votos. Humberto Costa (PT) ficou em terceiro, com 17,4%.


O presidente nacional da legenda e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, afirmou ontem, antes dos resultados das urnas, que o PSB saiu “da adolescência para entrar na vida adulta”. De acordo com ele, ninguém vinha percebendo o crescimento do partido. Ele lembrou que na disputa de 2008 o PSB fez 306 prefeitos no país.O governador voltou a negar que a eleição deste ano seja um trampolim para uma possível disputa presidencial em 2014.”Essa coisa de projetar uma eleição sobre a outra nem sempre é verdadeira”, desconversou Campos, tido como um dos principais nomes para a sucessão presidencial.Entre as capitais, a legenda vai disputar ainda o segundo turno em Fortaleza, no Ceará, e em Porto Velho, em Rondônia. I.P. com Reuters


Contornos presidenciais na reeleição de Lacerda
Apoiado pelo senador Aécio Neves, prefeito do PSB derrota candidato de DilmaA eleição em Belo Horizonte ganhou contornos de disputa presidencial. Ao apoiar o candidato à reeleição, o prefeito Marcio Lacerda (PSB), o senador e possível “presidenciável” Aécio Neves (PSDB) disse que o partido vai sair fortalecido nessas eleições, principalmente no Nordeste, tradicional reduto petista.


“Mineiro não gosta de colocar o carro na frente dos bois, mas acredito que nós estamos muito bem e com grandes chances de vitória”, disse Aécio, que acompanhou Lacerda durante a votação..Lacerda foi reeleito prefeito de Belo Horizonte com 52,69% dos votos válidos. O ex-prefeito e ex-ministro Patrus Ananias, do PT, ficou com 40,80% da preferência do eleitor da capital mineira.
O candidato petista contou com a presença da presidente Dilma Rousseff no palanque, para tentar levar a disputa para o segundo turno.O prefeito disse que acreditava na vitória já no primeiro turno, mas, caso a disputa se arrastasse por mais um período, estaria “preparado”. “É a aprovação do trabalho que estamos fazendo para levar a capital ao ranking das melhores cidades para se viver no país”, afirmou o candidato, que chegou às 11h ao local de votação.


Ele estava acompanhado do senador Aécio Neves, do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, e do candidato a vice na chapa, Délio Malheiros. No meio da confusão de repórteres, Lacerda esqueceu-se de assinar a ata de votação. Após perceber a falha, o mesário precisou ir atrás do candidato do lado de fora da instituição e a assinatura foi feita no capô de um carro.


Capital mineira foi palco de aliança inédita
HISTÓRICO
Tucanos e petistas se uniram em 2008 em torno da candidatura de Marcio Lacerda
A história política de Belo Horizonte no período pós – ditadura é marcada pela polarização entre petistas e tucanos desde 1988.Em 1985, o PMDB surfou na onda da oposição e emplacou a maioria dos prefeitos do país. Em 1992, foi a vez do recém criado PSDB ganhar a prefeitura com Pimenta da Veiga. Na eleição seguinte, o PT tornou-se uma potência na cidade ao eleger Patrus Ananias. Seu sucessor foi Célio de Castro, que era vice de Patrus mas disputou a eleição pelo PSB e contra o Partido dos Trabalhores, que lançou naquele ano Virgílio Guimarães.


Em 2000 Célio conseguiu um segundo mandato que durou pouco. No ano seguinte, ele sofreu um AVC e teve que se afastar do cargo. Quem assumiu foi seu vice, Fernando Pimentel, que seria reeleito em 2004. Em 2008, os rivais PT (que governava a cidade) e PSDB (que comandava o estado) fizeram um acordo que surpreendeu o Brasil. As duas legendas se uniram em torno da candidatura do empresário Marcio Lacerda, do PSB.


Depois de uma campanha fortemente influenciada pelo então governador mineiro Aécio Neves, que foi chefe de Lacerda no governo, o socialista conseguiu uma vitória tranquila. As duas siglas conviveram juntas até o começo de 2012. Quando tudo indicava que o acordo seria reeditado e a eleição, previsível, tucanos e petistas implodiram o acordo e saíram separados na disputa municipal.


Os dois lados se acusam mutuamente pela responsabilidade do fim da aliança. Para garantir folêgo ao PT na capital, até Dilma Rousseff entrou em cena.


Aécio: Presidente 2014 – Link da matéria: http://www.brasileconomico.ig.com.br/assinaturas/epapers.html


5 de out. de 2012

Eleições 2012: PSDB lidera corrida em todo o Brasil

Eleições 2012: PSDB lidera corrida em todo o Brasil. Tucanos estão à frente nas intenções de voto em 23 municípios, um possível aumento de 64,2%.




Eleições 2012: tucanos em alta


Fonte: Valor Econômico


PT diminui influência nas 105 maiores cidades




 Eleições 2012: PSDB lidera corrida em todo o Brasil

Na reta final da campanha eleitoral, a influência do PT nos municípios com mais de 150 mil eleitores diminuiu nestas eleições, enquanto o aliado PSB e o oposicionista PSDB apresentaram maior avanço. O levantamento foi feito pelo próprio PT, tendo por universo pesquisas eleitorais mais recentes divulgadas em 105 dos 119 municípios com mais de 150 mil eleitores.




O PT tem a prefeitura de 29 dessas prefeituras, mas é lider em 24 delas (veja quadro nesta página). Se isso for confirmado nas urnas, o partido pode ver seu peso reduzido em 20,8% nessas cidades. O PSDB, por outro lado, que tem o comando de 14 dessas cidades, está à frente nas intenções de voto em 23 municípios, um possível aumento de 64,2%. O PSB é outro que apresenta bons resultados. Detém 7 cidades e é líder em 12 – crescimento de 71,4%. O PMDB mantém uma situação estável: dos 16 prefeitos, perderia, caso as pesquisas seja confirmadas, apenas uma.


A amostragem evidencia que são essas quatro legendas que dominam o cenário político nos maiores colégios eleitorais do país. Fora elas, as demais legendas têm participação secundária. Chama a atenção a perda de espaço do PDT. Apesar de ter eleito 12 prefeitos nesses locais, hoje é favorito apenas em sete deles.


Outros partidos da base aliada da presidente Dilma Rousseff também demonstram fragilidade. O PP tem seis cidades e lidera em cinco. O PR mantém o mesmo número de prefeituras: duas. O PTB tem 5 para 2, o PCdoB de 2 para 1. O neófito em eleições PSD filiou seis prefeitos e pode perder um. Na oposição, o DEM governa um município e lidera as pesquisas em quatro. O PPS pode perder a única que tem. Já o PSOL pode eleger a primeira prefeitura de sua história.


A cúpula do PT, porém, vê o resultado do levantamento com bons olhos. Primeiro porque, a despeito de o partido não liderar em todas as cidades que governa, o intenso noticiário negativo e diário que o julgamento do mensalão propiciou não resultou no desastre completo que se previa. Ao menos nas pesquisas.


Outra razão é que o PT tem 27 candidatos nestes 105 municípios que estão em segundo lugar, à frente, de todas as outras legendas. Há ainda 15 candidatos em terceiro lugar, 9 em quarto, 2 em quinto e um em sétimo.


No restrito – e principal – grupo das 26 capitais, a situação do partido pode ser subdividida em três grupos. O dois locais onde as campanhas são consideradas vitoriosas pelo crescimento dos candidatos, como Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Rio Branco (AC) e Salvador (BA). Aqueles em que a campanha foi uma tragédia, como Belém (PA), Campo Grande (MS), Natal (RN), Porto Velho (RO), Recife (PE), São Luís (MA), Teresina (PI) e Vitória (ES). E outro em que só a passagem ao segundo turno dirá: Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Eleições 2012


Eleições 2012: PSDB – Link da matéria: http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2856542/pt-diminui-influencia-nas-105-maiores-cidades

Aécio: senador sobe o tom da oposição

Aécio sobe o tom da oposição. “Quem nacionalizou a campanha não fui eu, foram eles”, disse o senador sobre antecipação do embate de 2014.


Aécio: oposição – eleição 2012


Fonte: Folha de S.Paulo


De olho em 2014, Aécio sobe o tom contra o PT


Senador mineiro aproveita disputa em BH para se opor a Dilma e Lula


Estratégia do tucano passa pela reeleição de Lacerda para se aproximar de caciques do PSB, hoje com a rival

 Aécio: senador sobe o tom da oposição

Aécio sobe o tom da oposição. “Quem nacionalizou a campanha não fui eu, foram eles”, disse o senador sobre antecipação do embate de 2014.



A eleição municipal deste ano mostra uma ofensiva do ex-governador e senador Aécio Neves (PSDB-MG) para transformar a eleição de Belo Horizonte numa disputa nacional.


O tucano deixou de lado o estilo discreto que vinha adotando até então na oposição.


Foi mais agressivo com o PT, destilou provocações à presidente Dilma Rousseff e atacou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Dilma reagiu. Esteve anteontem em BH para pedir votos a Patrus Ananias (PT), mas ocupou a maior parte do tempo respondendo aos recentes ataques de Aécio. Os dois são potenciais rivais na disputa presidencial de 2014.


Sem citá-lo, mas falando do tucano, Dilma disse que ele tem “visão mesquinha da vida” e não é “dono de Minas”. Insinuou que Aécio deixa BH para “ir à praia”, enquanto ela, também mineira, saiu por causa da ditadura.


Foi uma resposta à declaração de Aécio de que “estrangeiros” não deveriam interferir no pleito local.


A eleição de BH é considerada fundamental por Aécio para suas pretensões presidenciais, por dois motivos.


A reeleição de Marcio Lacerda (PSB), que tem Aécio como principal cabo eleitoral, seria uma vitória dele sobre Dilma na “casa” dos dois.


Ao mesmo tempo, ele teria por perto o PSB, partido de Lacerda e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, outro potencial presidenciável para 2014.


À Folha Aécio admitiu a mudança de tom. “O processo eleitoral leva a isso.”


Ele reconheceu a polarização com Dilma, mas culpou a presidente e Lula por transformar a disputa em BH em um embate nacional. “Quem nacionalizou a campanha não fui eu, foram eles. Na hora em que o PT rompeu a aliança com o Marcio, o Palácio se movimentou”, disse.


“A minha posição é sempre reativa. Não antecipei isso. Reagi à forma como o Lula, a meu ver, se comportou nesse processo eleitoral.”


Recentemente, Aécio chamou Lula de “líder de facção política” pelos ataques que o ex-presidente faz aos rivais.


PSB
Ao reeleger Lacerda, Aécio mira o PSB, presidido pelo governador Eduardo Campos. Ele estuda lançar Lacerda ao governo mineiro em 2014 e assim atrair Campos para seu lado. “Essa leitura é inevitável”, diz o tucano.


Aécio, porém, tenta desvincular a eleição municipal da disputa presidencial. “Não acho que haja vinculação direta. Mas é claro que, exatamente pela entrada pessoal dela [Dilma], ela própria está se colocando na disputa.”


Ele age nos bastidores com os irmãos Ciro e Cid Gomes -ex-ministro e governador do Ceará, respectivamente-, também filiados ao PSB.


Aécio é amigo de Cid, Ciro e Campos, todos da base de Dilma. O tucano pode oferecer ao PSB o espaço que o PT dá hoje ao PMDB. Trabalha também para dar ao PSDB uma cara de centro-esquerda. Por isso, não abre mão da proximidade com o PDT e seu braço sindical, a Força.


Quando o assunto é mensalão, Aécio tem sido dúbio. Chegou a dizer que defendeu no PSDB que o assunto não fosse explorado na campanha, mas o usou para rebater Lula. Posição ambígua ele manteve também sobre o mensalão mineiro, que envolve o PSDB -disse não conhecer o caso e depois defendeu o julgamento dos envolvidos.


DIVISÃO
Ratinho Junior (PSC) é quem atrai mais simpatizantes do PT em Curitiba: tem 50% entre eles; Fruet (PDT) é o segundo nesse eleitorado, com 22%


“Hoje é o Dia do Agente Comunitário de Saúde”
HUMBERTO COSTA (PT), candidato em Recife e dono do tuíte ‘efeméride do dia’ de ontem


11 capitais brasileiras tiveram segundo turno para prefeito nas eleições de 2008; o PMDB acabou como o vencedor em quatro delas


Aécio: oposição – Eleições 2012


Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/70185-de-olho-em-2014-aecio-sobe-o-tom-contra-o-pt.shtml