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22 de out. de 2012

Aecio Neves: senador em artigo lembra Ulysses Guimarães

Aecio Neves: senador fala do legado de Ulysses: fortalecimento das instituições, adensamento da democracia e compromisso com a Federação.


Aecio Neves: artigo


 Aecio Neves: em artigo lembra as lições de Ulysses

Aecio Neves: artigo – Tancredo Neves e Ulysses Guimarães na votação da Emenda Dante de Oliveira Luiz Antonio / Agência O Globo



Fonte: Folha de S.Paulo


Ulysses


Aecio Neves - Os brasileiros lembram neste mês, com reverência, os 20 anos do desaparecimento de Ulysses Guimarães. Ele foi e será sempre símbolo da luta pela democracia e pela justiça social, que encontra sua melhor tradução na Constituição.


Guardamos para sempre sua imagem histórica erguendo o primeiro exemplar e anunciando a “Constituição Cidadã“, trazendo luz ao país após um longo período de sombras.


Ulysses conviveu com uma singular geração de homens públicos. De Tancredo, como dizia Tales Ramalho, era parceiro em uma dança da qual só eles conheciam os passos. Os dois lideraram alas distintas da oposição e agiam de forma complementar, ciosos da necessidade de manter a coesão em torno do fundamental desafio daquele tempo: vencer o regime de exceção. São dois grandes exemplos da dimensão ética e transformadora que a ação política pode ter.


Eram líderes leais ao Brasil, honravam a palavra dada e colocavam sempre o interesse do país cima de quaisquer outros.


Permitiu o destino que, anos depois, eu me sentasse na cadeira de Ulysses, na Presidência da Câmara dos Deputados, e não foram poucas as vezes em que, para tomar decisões complexas, me inspirei no velho timoneiro. Foi nesse período que, com o apoio de diferentes forças políticas, acabamos com a imunidade parlamentar para crimes comuns e criamos na Câmara o conjunto de medidas que ficou conhecido como Pacote Ético.


Dr. Ulysses e sua geração nos deixaram um denso legado. A defesa das razões de Estado, o fortalecimento das instituições, o adensamento da democracia e o compromisso com a Federação criaram uma realidade nova e permitiram que mais adiante pudéssemos continuar avançando com a estabilidade econômica e a inclusão social de milhões de brasileiros.


Lamentavelmente perdemos essa ideia-força – o sentido da construção nacional como tarefa coletiva e dever de todos. Acabamos reféns de um modelo que substituiu o projeto de país por um projeto de poder. As grandes reformas foram abandonadas. As pontes construídas no passado em torno das causas nacionais sucumbiram a um ciclo de governo que apequenou-se e tenta reescrever a história de forma quase messiânica, como se o Brasil do nosso tempo fosse obra de poucos e tivesse sido fundado ontem. Não foi.


Por tudo isso, é importante que as novas gerações conheçam as convicções, o espírito público e a grande generosidade com que o doutor Ulysses sempre trabalhou pelo Brasil. E reconheçamos aqueles que, com coragem, lucidez e coerência, nos ensinaram que é possível sempre semear um novo país. A memória pode ser um eficaz antídoto à descrença e ao desalento que vemos hoje nos brasileiros em relação à política.


AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.


Aecio Neves: artigo - Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/73352-ulysses.shtml

20 de out. de 2012

Presidência em 2014: Aecio e Campos evitam falar de sucessão

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.


Aecio: 2014


 Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.



Fonte: Agência Estado publicado no Estado de Minas


Aecio e Campos evitam falar de possível aliança entre PSDB e PSB em 2014



Dois dos nomes cotados para terem papéis de destaque na disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, o senador Aecio Neves (PSDB-MG) e o presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos (PE), participaram juntos de ato de campanha em Minas Gerais nesta sexta-feira, mas evitaram qualquer referência a uma possível aliança para a corrida presidencial. Pelo contrário, reforçaram parcerias nas eleições municipais, mas o tucano fez a ressalva da “compreensão das circunstâncias do outro”, enquanto Campos salientou que alianças locais significam uma renúncia “às posições em nível nacional”.Aecio é o nome mais cotado do PSDB para a eleição presidencial de 2014 e já manifestou interesse em uma aliança com o socialista, que integra a base do governo da Presidente Dilma Rousseff e é visto como figura essencial em uma possível coligação pela reeleição da petista. Mas PSB e PSDB também mantêm alianças locais, como a que resultou na reeleição em primeiro turno do prefeito de Belo Horizonte, o socialista Marcio Lacerda, e, em 2010, na eleição do governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia.Nesta sexta-feira, os dois participaram de ato de campanha do deputado estadual Antonio Lerin (PSB), que chegou ao segundo turno na disputa pela prefeitura de Uberaba, no Triângulo Mineiro, contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB). Segundo Campos, porém, a presença dos dois no evento tem significado “para 2012“. “A eleição nem terminou ainda. Falar dessas coisas termina criando problema, mais para Aecio do que para mim”, disse, referindo-se a 2014, em meio a risos inclusive do tucano.

De acordo com o governador, as parcerias locais ocorrem “com muita naturalidade” porque integrantes das duas legendas estiveram juntos “em momentos bonitos da vida brasileira”, como a redemocratização. “Estivemos separados nos últimos anos nas lutas políticas brasileiras, mas, quando o interesse do País foi colocado na pauta, a gente sempre esteve junto. Isso é da maturidade democrática. Não faz a gente renunciar às nossas diferenças nem deixar as posições que temos a nível nacional”, observouCampos, que negou a intenção de rodar o Brasil em uma espécie de pré-campanha. “Quem está pelo País todo é o Aecio“, declarou, mais uma vez entre risos de todos.


Aecio concordou com a aproximação em torno das “grandes questões nacionais”, mas ressaltou que essas alianças ocorrem com “cada um compreendendo as circunstâncias do outro”. “Política é isso. Você compreender as circunstâncias do seu amigo, do seu companheiro. Eduardo participa hoje com seu partido da base de sustentação do governo da presidente Dilma. Somos a oposição. E cada um cumpre o seu papel”, concluiu.




Aécio: 2014 - Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/19/interna_politica,324532/aecio-e-campos-evitam-falar-de-possivel-alianca-entre-psdb-e-psb-em-2014.shtml

Presidência em 2014: Aecio e Campos evitam falar de sucessão

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.


Aecio: 2014


 Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.



Fonte: Agência Estado publicado no Estado de Minas


Aecio e Campos evitam falar de possível aliança entre PSDB e PSB em 2014



Dois dos nomes cotados para terem papéis de destaque na disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, o senador Aecio Neves (PSDB-MG) e o presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos (PE), participaram juntos de ato de campanha em Minas Gerais nesta sexta-feira, mas evitaram qualquer referência a uma possível aliança para a corrida presidencial. Pelo contrário, reforçaram parcerias nas eleições municipais, mas o tucano fez a ressalva da “compreensão das circunstâncias do outro”, enquanto Campos salientou que alianças locais significam uma renúncia “às posições em nível nacional”.Aecio é o nome mais cotado do PSDB para a eleição presidencial de 2014 e já manifestou interesse em uma aliança com o socialista, que integra a base do governo da Presidente Dilma Rousseff e é visto como figura essencial em uma possível coligação pela reeleição da petista. Mas PSB e PSDB também mantêm alianças locais, como a que resultou na reeleição em primeiro turno do prefeito de Belo Horizonte, o socialista Marcio Lacerda, e, em 2010, na eleição do governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia.Nesta sexta-feira, os dois participaram de ato de campanha do deputado estadual Antonio Lerin (PSB), que chegou ao segundo turno na disputa pela prefeitura de Uberaba, no Triângulo Mineiro, contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB). Segundo Campos, porém, a presença dos dois no evento tem significado “para 2012“. “A eleição nem terminou ainda. Falar dessas coisas termina criando problema, mais para Aecio do que para mim”, disse, referindo-se a 2014, em meio a risos inclusive do tucano.

De acordo com o governador, as parcerias locais ocorrem “com muita naturalidade” porque integrantes das duas legendas estiveram juntos “em momentos bonitos da vida brasileira”, como a redemocratização. “Estivemos separados nos últimos anos nas lutas políticas brasileiras, mas, quando o interesse do País foi colocado na pauta, a gente sempre esteve junto. Isso é da maturidade democrática. Não faz a gente renunciar às nossas diferenças nem deixar as posições que temos a nível nacional”, observouCampos, que negou a intenção de rodar o Brasil em uma espécie de pré-campanha. “Quem está pelo País todo é o Aecio“, declarou, mais uma vez entre risos de todos.


Aecio concordou com a aproximação em torno das “grandes questões nacionais”, mas ressaltou que essas alianças ocorrem com “cada um compreendendo as circunstâncias do outro”. “Política é isso. Você compreender as circunstâncias do seu amigo, do seu companheiro. Eduardo participa hoje com seu partido da base de sustentação do governo da presidente Dilma. Somos a oposição. E cada um cumpre o seu papel”, concluiu.




Aécio: 2014 - Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/19/interna_politica,324532/aecio-e-campos-evitam-falar-de-possivel-alianca-entre-psdb-e-psb-em-2014.shtml

19 de out. de 2012

Aecio Neves: senador defende mudanças na sabatina para o judiciário

Aecio Neves: senador - “Precisamos aprimorar este instituto para que a sociedade possa conhecer com maior profundidade aquele que tomará decisões relevantes para o país”, diz Aécio Neves


Aecio Neves: senador


Aecio Neves defende mudanças nas sabatinas no Congresso


PSDB-MG


O senador Aecio Neves (PSDB/MG) participou, nesta quarta-feira (17/10), da sabatina feita ao ministro do STJ Teori Zavascki, indicado pela presidente Dilma Rousseff para a vaga deixada por Cezar Peluso no Supremo Tribunal Federal (STF).


Na avaliação do senador, poucos postulantes tiveram suas indicações tão bem recebidas como Zavascki, graças ao currículo do ministro do STJ.


Apesar disso, o senador defendeu que o instituto da sabatina de indicados para instâncias superiores do Judiciário seja aprimorado pelo Senado Federal. Para ele, apesar da consolidação da independência e do profissionalismo do Poder Judiciário, não houve avanço na compreensão, pelo Congresso, dos objetivos que devem pautar a sabatina de membros das Cortes superiores.


“Precisamos aprimorar este instituto para que a sociedade possa conhecer com maior profundidade aquele que tomará decisões relevantes para o país. Nas sabatinas há uma enorme preocupação com a aprovação, ou a eventual rejeição, do nome e essa talvez seja a questão menos relevante em uma sabatina. Nas democracias mais sólidas e mais antigas do que a nossa, como por exemplo, nos Estados Unidos, uma sabatina dura meses e há uma exposição real dos sabatinados sem que isso signifique qualquer questionamento às suas histórias ou aos seus valores. Neste modelo de sabatina, a sociedade tem uma maior compreensão do cidadão que está sendo sabatinado e fica mais claro o seu papel que irá desempenhar”, afirmou Aecio.


A sabatina e a aprovação do nome do novo ministro do STF foram realizadas esta manhã, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

17 de out. de 2012

PSDB em Minas foi o grande vitorioso da eleições 2012, analisa Pestana

PSDB Minas. Presidente do PSDB em Minas faz balanço do desempenho positivo do partido nas eleições municipais.



PSDB Minas: Eleições 2012



Fonte: Marcus Pestana, Presidente Estadual do PSDB/MG

 PSDB em Minas sai vitorioso, analisa Pestana

Eleições 2012: PSDB Minas





Balanço das eleições municipais de 2012 em Minas Gerais


É curioso o raciocínio que se utiliza para identificar os vitoriosos ou derrotados em cada pleito eleitoral. Na verdade, a impressão que se tem muitas vezes é que se buscam argumentos para confirmar desejos ou teses pré-estabelecidas. Mas, felizmente, não há raciocínio que prevaleça sobre a realidade.


Penso nisso ao ler uma análise publicada nesse prestigiado blog, que tenta apontar o PSDB-MG, e em especial o Senador Aécio Neves, como fragilizados politicamente pelos resultados eleitorais de Minas quando, na verdade, o resultado chama atenção justamente pelo oposto e que, quem tenha como eu, percorrido o interior de Minas nas eleições – estive em 114 municípios – tenha assistido uma verdadeira disputa de diversos candidatos na mesma cidade pelo uso associado da imagem do Senador Aécio Neves e do Governador Antonio Anastasia.


É compreensível que quem não faça parte do jogo político faça contas de vitórias e derrotas somando e subtraindo legendas. Com isso, na aritmética de quem está na arquibancada, o resultado linear é simples de ser alcançado. Mas, na verdade, a política não é linear, assim como vitórias e derrotas de forças políticas não se revelam unicamente através de legendas.


Alguém tem dúvidas de que a vitória do PSB em Belo Horizonte, enfrentando o ex-prefeito, ex-ministro e uma das maiores lideranças do PT em Minas, Patrus Ananias, com intensa presença de Lula e Dilma em sua campanha é, na verdade, uma vitória do PSDB? Vitória retumbante do ex-secretário de Desenvolvimento de Aécio Neves e atual Prefeito Marcio Lacerda, sendo a primeira vez na história política de Minas que a eleição na capital é decidida no primeiro turno.


Na verdade, em Minas, desde 2002, o PSDB prioriza a política de alianças e apoio a candidatos da base do governo, diferentemente do PT que tem uma política exclusivista e autocentrada, e não necessariamente às candidaturas próprias da legenda. Basta dizer que cerca de 80% dos prefeitos eleitos dos 853 municípios fazem parte da base de apoio do governo do PSDB e do Senador Aécio Neves em Minas. O PSDB, propositalmente, só lançou candidatos próprios em menos de 40% dos municípios, como forma estratégica de fortalecer a base do governo.


Assim, no raciocínio estreito de quem está na arquibancada, que entende como vitória do projeto do PSDB apenas as vitórias da nossa legenda, o PSDB estaria inevitavelmente sempre fadado ao fracasso. Afinal, mesmo que elegesse 100% dos seus candidatos, alguém distante da realidade sempre poderia dizer: o PSDB elegeu prefeitos em apenas 40% dos municípios.


Vou me restringir à analise das 59 maiores cidades de Minas Gerais, que têm mais de 40.000 eleitores, concentrando 54% do eleitorado mineiro. Nesses 59 municípios, 4 tiveram resultado adiado para o segundo turno e aliados de Aécio Neves e Antonio Anastasia poderão vencê-las.


Das 55 cidades restantes e com resultados já definidos, as forças aliadas a Aécio Neves desde 2002 venceram em 37 delas e ainda se somam duas situações peculiares (Ubá e Pará de Minas) onde prefeitos eleitos do PT e do PMDB não alinhados, têm vices-prefeitos eleitos do PSDB.


O PSDB de Minas, dentro de sua perspectiva política ampla e aliancista, sempre teve como estratégia fortalecer o Partido sem atropelar seus aliados históricos. Costumo brincar com os amigos da Imprensa, com base em experiência concreta que, para além das fronteiras do PSDB existe o Partido de Minas, o PAA (Partido de Aécio e Anastasia).


Análises de vitórias e derrotas eleitorais, assim como de vitórias e derrotas políticas, precisam ser feitas, mas precisam respeitar a lógica política concreta e os elementos verdadeiros da realidade.


Eleições 2012: Minas Gerais

15 de out. de 2012

Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014

Aécio e Campos: 2014 – Senador e governador de Pernambuco se fortalecem com as eleições de 2012 e são alternativa ao PT.


Aécio Neves: presidente 2014


Fonte: Isto É


Os vitoriosos


Resultado na eleição municipal credencia o senador Aécio Neves e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como nomes decisivos para a eleição presidencial de 2014


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014

Aécio e Campos de olho na Presidência 2014 - Fotos: Adriano Machado; frederic jean/ag. istoé



ROBUSTO
O PSB de Eduardo Campos (à esq.) destacou-se como o partido que mais cresceu proporcionalmente nas eleições municipais e Aécio Neves garantiu a reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, que obteve 52,7% dos votos


Qualquer negociação sobre a disputa presidencial de 2014 terá de passar necessariamente por dois nomes: o senador Aécio Neves e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Os dois líderes políticos se credenciaram para as discussões sobre a sucessão de Dilma Rousseff a partir de vitórias expressivas nas urnas este ano. Além do papel de fiadores das campanhas municipais do PSDB e do PSB País afora, ambos conseguiram eleger afilhados políticos nas capitais de seus Estados em confrontos diretos com candidatos do PT. Aécio, aliado a Campos, garantiu a reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, que obteve 52,7% dos votos sobre o ex-ministro Patrus Ananias (PT), que só chegou aos 40,8% de apoio com a ajuda de Dilma. No Recife, 51,1% dos eleitores deram vitória a um até então desconhecido Geraldo Julio, lançado candidato por Campos após racha com os petistas. Na capital pernambucana, o nome do PT era o senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa, que ficou em terceiro lugar com apenas 17,4% dos votos.


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014


Tanto Eduardo Campos como Aécio Neves sabem que o caminho até 2014 é longo e, por vezes, acidentado. Não admitem oficialmente o desejo de concorrer à Presidência dentro de dois anos, mas mergulharam de cabeça nas eleições municipais numa óbvia tentativa de projeção nacional. Usaram jatinhos particulares para poder subir em diferentes palanques espalhados pelo País. Campos, segundo sua assessoria, percorreu mais de 25 mil quilômetros no período eleitoral. Visitou cidades de São Paulo, Mato Grosso e três Estados nordestinos, além de Pernambuco.


Já o tucano, conforme informações de assessores, esteve em 21 Estados, além de dezenas de cidades mineiras. Para o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), as viagens ajudam na divulgação do partido e de Aécio. “Ele é o nome mais credenciado para 2014″, afirma. Guerra é pragmático quando o assunto é uma eventual chapa com Aécio na cabeça e Campos de vice. “É nosso amigo, mas é aliado do governo”, avalia.


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014


Embora se encontrem em campos opostos hoje, tanto o tucano como o socialista sabem que essa situação pode mudar e, intimamente, nutrem o desejo de subir no mesmo palanque nacional. A última vez que isso aconteceu foi há quase 30 anos, na campanha das Diretas Já. Eram então apenas netos de Tancredo Neves e Miguel Arraes, que militavam no PMDB ao lado de Ulysses Guimarães. De lá para cá, cada um seguiu seu caminho em trajetórias independentes, mas bastante semelhantes. A amizade se manteve e, ao despontarem como expoentes políticos de uma nova geração, voltam a alimentar o sonho de uma parceria. Além da aliança em torno da eleição de Márcio Lacerda, Campos admite que trabalhou para eleger Aécio Neves presidente da Câmara dos Deputados, em 2001.


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014


Hoje, para evitar ferir suscetibilidades entre os petistas, o governador pernambucano é menos enfático que o senador tucano quando o assunto é uma eventual aliança para 2014. Diz que o PSB estará no jogo, mas que o “caminho mais natural” é permanecer na base do governo. O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), no entanto, revela que Campos está formando a convicção de que o PT não o tolera. “O racha que houve aqui e em BH está evoluindo”, diz. Para o político veterano, restará ao socialista tentar um entrosamento com o PSDB, como vice do tucano, ou até uma candidatura própria pelo PMDB. Um rompimento na base do governo hoje é pouco provável, dependerá muito do ritmo da economia e da popularidade de Dilma daqui a dois anos. Até lá, Aécio promete elevar o tom contra o governo do PT e tomar as rédeas da oposição.


O PSDB, de Aécio, ficou em segundo lugar em número de prefeituras. Os tucanos conquistaram 693 municípios, uma queda de 12%, que foi compensada, segundo Aécio, com a reinserção da legenda nas regiões Norte e Nordeste, de onde havia sido praticamente extirpada em pleitos anteriores. O senador destaca as vitórias da oposição em Maceió e Aracaju, além da ida para o segundo turno em várias cidades importantes, como Salvador, João Pessoa, Teresina, Belém, Manaus e Rio Branco. O PSB de Campos, por sua vez, destacou-se como o partido que mais cresceu proporcionalmente. Com um discurso pautado pela eficiência da gestão e pelos índices de popularidade ostentados pelo próprio governador de Pernambuco, a legenda conquistou quase 40% a mais de prefeituras em relação a 2008, saindo de 203 para 433.


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014

Aécio vence em Belo Horizonte e abre frente para negociar com PSB em 2014



Aécio: presidente 2014 – Link par a matéria: http://istoe.com.br/reportagens/245177_OS+VITORIOSOS

11 de out. de 2012

Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas

Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas. Oposição deve buscar interlocução com a sociedade, comentou.


Aécio Neves 2014


Fonte: Liderança do PSDB no Senador



Aécio Neves Senador comemora vitória do PSDB e aliados em 85% do municípios de MG




“Resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, depois que venci em 2002, e que se mantém vivo e sólido até hoje”


 Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas

Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas




O senador Aécio Neves comemorou o resultado obtido pelo PSDB e pelos partidos aliados no primeiro turno das eleições municipais de 2012 em Minas Gerais. A base de apoio de Aécio Neves e do governador Antonio Anastasia saiu vitoriosa em 85% dos municípios mineiros. Para o senador, a expressiva vitória alcançada comprova que a população aprova o modelo de boa gestão implantado no Estado e hoje aplicado com sucesso em municípios mineiros.


“Temos uma base muito ampla em Minas Gerais desde o meu governo. Apoiamos inúmeros candidatos dessa base no interior do Estado, e podemos comemorar a vitória e o reconhecimento dos eleitores, que chega perto de 85% do total das prefeituras em Minas. O PSDB continua sendo um partido majoritário em Minas Gerais (com 143 prefeitos eleitos). O resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, quando assumi, e que se mantém vivo e sólido até hoje, valorizando o rigor e o bom uso do dinheiro publico”, afirmou o senador, em entrevista.
Capital mineira


A reeleição de Márcio Lacerda (PSB) em Belo Horizonte, com o apoio do PSDB e com grande participação de Aécio Neves e do governador Antonio Anastasia, já no primeiro turno, foi considerada pelo senador uma vitória dos belo-horizontinos.


“O resultado foi excepcional. A vitória de uma administração séria, bem avaliada e comprometida com investimentos extremamente importantes para a cidade. O PSDB colocou o interesse de Belo Horizonte à frente. Não fiquei preocupado em termos uma vitória do PSDB, mas, sim, uma vitória importante para a população de Belo Horizonte“, disse o senador.

Para Aécio Neves, o prefeito Márcio Lacerda terá, em seu segundo mandato, ainda melhores conduções de fazer uma administração exitosa, pautada pela gestão de qualidade e no atendimento às demandas da população. Lacerda foi secretário deDesenvolvimento Econômico do governo Aécio Neves e lançado candidato a prefeito em 2008 pelo então governador de Minas.


“Agora, é preocupar em renovar a administração, estabelecer as novas metas, cuidar de Belo Horizonte. A prefeitura de BH será mais ágil e mais eficiente. O PT ocupava mais de 900 cargos comissionados. Sempre defendi que o administrador público deve gastar menos com a estrutura, seja do Estado ou da prefeitura, para investir mais nas políticas públicas. Marcio terá mais liberdade para fazer uma administração extraordinária porque ele não terá as amarras que teve até aqui”, afirmou o senador.


Segundo turno


Aécio Neves garantiu que o PSDB vai se posicionar em relação aos municípios mineiros onde ocorrerá segundo turno. Também em relação ao desempenho nacional do PSDB e aliados, o senador comemorou o resultado saído das urnas nesse primeiro turno.


“O PSDB se restabeleceu no Nordeste e no Norte do Brasil. Já vencemos no primeiro turno em Maceió, com o PSDB, em Aracaju, com o Democratas. Estamos disputando Salvador, João Pessoa, Campina Grande, Teresina, São Luís e em outras capitais. No Norte, estamos disputando em Belém e em Manaus, e o PT não está nessas disputas. As oposições saem muito vivas dessas eleições e devem se preocupar, em 2013, de buscar uma nova interlocução com a sociedade. Esta será a tarefa a que me dedicarei em 2013“, concluiu o senador Aécio Neves.


Aécio Neves 2014 Link da matéria: http://www.lidpsdbsenado.com.br/2012/10/aecio-comemora-vitoria-do-psdb-e-aliados-em-85-dos-municipios-de-mg/

Aécio 2014: senador critica postura da presidente Dilma

Aécio critica postura da presidente Dilma. Senador comentou que eleições de Lacerda é a aprovação do modelo de gestão iniciado em 2003.


Aécio: presidente 2014


Fonte: Do Hoje em Dia


“Nunca deixei de ser o que sou”, diz Aécio Neves em entrevista


Com discurso de presidenciável, o senador Aécio Neves (PSDB) criticou a postura da presidente Dilma Roussef (PT) – sua provável adversária em 2014 –, durante a campanha eleitoral. “Nesses últimos três meses de campanha, a presidente desconstruiu em parte a imagem que havia construído no primeiro ano e meio de governo. Da faxina, quando não misturava interesses do estado com os do partido, ao momento atual, em que distribui ministérios, promete diretorias na Petrobras”, atacou.

 Aécio critica postura da presidente Dilma

Aécio prepara estratégia para disputar a Presidência da República.




Em flerte com o PSB, maior fortalecido nessas eleições, o senador Aécio Neves fez questão de destacar que a reeleição de Marcio Lacerda só foi possível, em parte, graças a seu campo político. “A eleição deBelo Horizonte é emblemática, transborda os limites de Minas”, considerou.

Aécio concedeu, na terça-feira (9), entrevista em seu apartamento. Além de Minas e São Paulo, ele falou dos mensalões petista, tucano e de ataques pessoais. Antes, recebeu o prefeito Marcio e o presidente da Cemig, Djalma Morais.


O resultado em Belo Horizonte fortalece seu campo político ou o do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB)?


Senador Aécio Neves: A eleição do Marcio é em boa parte a aprovação de um projeto que está dando certo. Por lado, a aprovação do nosso modelo gestão. Porque ele, hoje, se insere num grupo político que está governando Minas há três mandatos. Praticamente 80% dos prefeitos de Minas estão na nossa base de apoio.


O que muda com a saída do PT da prefeitura?


Senador Aécio Neves: Permitirá uma oxigenada, vai gerar uma leveza maior para administrar. Ele (Marcio) não estará tão preso na questão de ocupação de espaço, que é uma marca do PT. Novecentos cargos em comissão indicados algo longo de sucessivos governos do PT foram se enraizando na prefeitura. Vai ser um governo de cara nova, metas, com avanços sociais ainda mais claros.


O PSDB está com dificuldades para encontrar um nome para o governo de Minas?


Senador Aécio Neves: Há dois anos antes da eleição do Anastasia havia também esse questionamento. O que venceu em Minas foi o êxito do governo. Um candidato com perfil ético, com sensibilidade administrativa e social, mas que represente esse campo, terá muitas chances.


Como contrapor a um governo da presidente Dilma Rousseff, que conta com mais de 60% de aprovação?


Senador Aécio Neves: A presidente resolveu participar do processo eleitoral e não teve êxito. Essa questão da aprovação não é a nossa preocupação. A nossa preocupação maior são as grandes questões que a gente vai levantar. Perdemos a capacidade de gerir obras porque o governo com sete anos de atraso não tem convicção necessária para desenvolver aeroportos, metrô, rodovias. O tempo não volta. Não aconteceu nada nesses primeiros dois anos e ela (Dilma) terá dificuldades de implementar esses avanços.


Acredita que julgamento do mensalão do PT vai influenciar no segundo turno, em especial em São Paulo?


Senador Aécio Neves: Não sei se será decisivo, mas bem ao PT não fará. E, ao contrário, fará um grande bem para o país. Acho que o Brasil muda de patamar. A questão da impunidade como regra absoluta não vai existir mais. Acho que a gente dá um salto de qualidade na vida pública. Se será decisivo na campanha não acredito, mas coloca na defensiva alguns atores da política que ao longo de suas histórias se consideravam os arautos da moralidade, os exclusivistas dos valores éticos.


Recentemente, o senhor disse desconhecer o processo do mensalão do PSDB. Depois, afirmou ser importante julgá-lo. Qual seu posicionamento?


Senador Aécio Neves: Não tenho informações sobre essas denúncias. Nunca fui incitado para falar sobre elas porque estava anos luz delas. O processo vai ser julgado. Aqueles que tiverem responsabilidade terão de responder.


A presidente Dilma criticou sua vida particular. Disse que você estava ‘na praia’ enquanto ela era perseguida pela ditadura. Isso lhe preocupa?


Senador Aécio Neves: Naquela época, na realidade, estava no jardim de infância aqui em Belo Horizonte. Acho que cada um usa as armas que tem que usar. Sou do jeito que sou, as pessoas me conhecem assim. Nunca deixei de ser a pessoa que sou para me transformar em um estereótipo.



Aécio: presidente 2014 – Link da matéria: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/nunca-deixei-de-ser-o-que-sou-diz-aecio-neves-em-entrevista-1.43585

10 de out. de 2012

Aécio Neves lidera PSDB na derrota do PT em Minas

Liderado por Aécio Neves, PSDB bate o PT em Minas


Publicado por Queremos Aécio Neves Presidente

Passados os primeiros momentos de perda de consciência e das pernas bambas, condição muito comum aos boxeadores que levam um cruzado direto na ponta do queixo, os petistas voltaram à internet no início da semana para fazer mais do mesmo: tentar endeusar o ex-presidente Lula – como o grande vencedor das eleições – e diminuir a importância das vitórias políticas e eleitorais no campo da oposição.



Infelizmente, no caso de Belo Horizonte e Minas Gerais, não há como esconder o peso da vitória do PSDB, em especial do senador Aécio Neves.

Aécio enfrentou, ao lado do prefeito Márcio Lacerda, a força máxima do petismo mineiro e nacional e conquistou uma das mais importantes vitórias em uma eleição em Minas.

Foram derrotados no último domingo o ex-presidente Lula, a presidente Dilma, o ministro e ex-prefeito Fernando Pimentel, os ex-ministros Luiz Dulci e Nilmário Miranda, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o ex-governador Newton Cardoso, o vice-prefeito, Roberto Carvalho, e um grupo estimado de 900 lideranças petistas que continua, há 20 anos, encastelado na própria prefeitura.

Além de ter derrotado todo o aparato auxiliar do petismo em Minas, como a CUT e seus sindicatos filiados, as legendas partidárias agregadas, como o PCdoB, e os seus marqueteiros milionários.

Mas não foi apenas o resultado da eleição para a prefeitura de Belo Horizonte que pode ser comemorado por Aécio. Cerca de 80% dos prefeitos eleitos são da base
do governo estadual.

Proporcionalmente, o PSDB foi o partido que mais elegeu prefeitos e vereadores em Minas, com 142 prefeituras e com 229 cadeiras nos legislativos municipais. O segundo lugar ficou com o PMDB, com 117 prefeituras e 218 vereadores. Somente em terceiro lugar vem o PT, com 114 prefeitos eleitos e 191 vereadores, mesmo tendo nas mãos a máquina do governo federal para impulsionar as suas candidaturas.

O PSDB ganhou a disputa e tirou o PT das administrações de cidades importantes como Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com candidatura própria, e Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri e Varginha, no Sul de Minas, integrando as chapas vencedoras em outras cidades que eram redutos petistas no estado há vários anos. O ultimo resultado dessas eleições confirma a escolha que os mineiros vem fazendo nos 10 últimos anos e que vem dando a vitória inequívoca ao projeto defendido pelo PSDB.

Aécio critica postura da presidente Dilma

Aécio critica postura da presidente Dilma. Senador comentou que eleições de Lacerda é a aprovação do modelo de gestão iniciado em 2003.


Aécio: presidente 2014


Fonte: Do Hoje em Dia


“Nunca deixei de ser o que sou”, diz Aécio Neves em entrevista


Com discurso de presidenciável, o senador Aécio Neves (PSDB) criticou a postura da presidente Dilma Roussef (PT) – sua provável adversária em 2014 –, durante a campanha eleitoral. “Nesses últimos três meses de campanha, a presidentedesconstruiu em parte a imagem que havia construído no primeiro ano e meio de governo. Da faxina, quando não misturava interesses do estado com os do partido, ao momento atual, em que distribui ministérios, promete diretorias na Petrobras”, atacou.

 Aécio critica postura da presidente Dilma

Aécio prepara estratégia para disputar aPresidência da República.




Em flerte com o PSB, maior fortalecido nessas eleições, o senador Aécio Neves fez questão de destacar que a reeleição de Marcio Lacerda só foi possível, em parte, graças a seu campo político. “A eleição de Belo Horizonte é emblemática, transborda os limites de Minas”, considerou.

Aécio concedeu, na terça-feira (9), entrevista em seu apartamento. Além de Minas e São Paulo, ele falou dos mensalões petista, tucano e de ataques pessoais. Antes, recebeu o prefeito Marcio e o presidente da Cemig, Djalma Morais.


O resultado em Belo Horizonte fortalece seu campo político ou o do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB)?


Senador Aécio Neves: A eleição do Marcio é em boa parte a aprovação de um projeto que está dando certo. Por lado, a aprovação do nosso modelo gestão. Porque ele, hoje, se insere num grupo político que está governando Minas há três mandatos. Praticamente 80% dos prefeitos de Minas estão na nossa base de apoio.


O que muda com a saída do PT da prefeitura?


Senador Aécio Neves: Permitirá uma oxigenada, vai gerar uma leveza maior para administrar. Ele (Marcio) não estará tão preso na questão de ocupação de espaço, que é uma marca do PT. Novecentos cargos em comissão indicados algo longo de sucessivos governos do PT foram se enraizando na prefeitura. Vai ser um governo de cara nova, metas, com avanços sociais ainda mais claros.


O PSDB está com dificuldades para encontrar um nome para o governo de Minas?


Senador Aécio Neves: Há dois anos antes da eleição do Anastasia havia também esse questionamento. O que venceu em Minas foi o êxito do governo. Um candidato com perfil ético, com sensibilidade administrativa e social, mas que represente esse campo, terá muitas chances.


Como contrapor a um governo da presidente Dilma Rousseff, que conta com mais de 60% de aprovação?


Senador Aécio Neves: A presidente resolveu participar do processo eleitoral e não teve êxito. Essa questão da aprovação não é a nossa preocupação. A nossa preocupação maior são as grandes questões que a gente vai levantar. Perdemos a capacidade de gerir obras porque o governo com sete anos de atraso não tem convicção necessária para desenvolver aeroportos, metrô, rodovias. O tempo não volta. Não aconteceu nada nesses primeiros dois anos e ela (Dilma) terá dificuldades de implementar esses avanços.


Acredita que julgamento do mensalão do PT vai influenciar no segundo turno, em especial em São Paulo?


Senador Aécio Neves: Não sei se será decisivo, mas bem ao PT não fará. E, ao contrário, fará um grande bem para o país. Acho que o Brasil muda de patamar. A questão da impunidade como regra absoluta não vai existir mais. Acho que a gente dá um salto de qualidade na vida pública. Se será decisivo na campanha não acredito, mas coloca na defensiva alguns atores da política que ao longo de suas histórias se consideravam os arautos da moralidade, os exclusivistas dos valores éticos.


Recentemente, o senhor disse desconhecer o processo do mensalão do PSDB. Depois, afirmou ser importante julgá-lo. Qual seu posicionamento?


Senador Aécio Neves: Não tenho informações sobre essas denúncias. Nunca fui incitado para falar sobre elas porque estava anos luz delas. O processo vai ser julgado. Aqueles que tiverem responsabilidade terão de responder.


A presidente Dilma criticou sua vida particular. Disse que você estava ‘na praia’ enquanto ela era perseguida pela ditadura. Isso lhe preocupa?


Senador Aécio Neves: Naquela época, na realidade, estava no jardim de infância aqui em Belo Horizonte. Acho que cada um usa as armas que tem que usar. Sou do jeito que sou, as pessoas me conhecem assim. Nunca deixei de ser a pessoa que sou para me transformar em um estereótipo.



Aécio: presidente 2014 – Link da matéria: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/nunca-deixei-de-ser-o-que-sou-diz-aecio-neves-em-entrevista-1.43585

9 de out. de 2012

Aécio presidente: senador defende antecipação da candidatura

Aécio antecipa candidatura a presidente


Por Redatores da Turma do Chapéu em 9 de outubro de 2012 |



O senador Aécio Neves, apontado como presidenciável, defendeu que o partido tenha o candidato definido até 2014. Para Aécio, o partido não pode repetir o erro de 2010, quando a definição foi muito tarde, mas também não precisa se adiantar. Antes de lançar candidatura, os tucanos precisam definir um programa para o país.


Senador Aécio Neves


Aécio defende antecipar nome ao Planalto


O Estado de São Paulo, 09/10/2012


Um dos pretendentes à candidatura, tucano diz que escolha tem de ocorrer até janeiro de 2014, e não em março, como na eleição passada


O senador e possível candidato tucano a presidente Aécio Neves (MG) defendeu ontem que o partido inicie 2014 já com um nome definido para a corrida ao Palácio do Planalto. Ainda saboreando a reeleição do afilhado político, o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), o parlamentar assumiu discurso de postulante à Presidência, embora dissesse que o posto poderá ser disputado por ele ou “outro companheiro”.


Para Aécio, o PSDB não pode fazer como em 2010, quando lançou candidato mais tarde – no fim do prazo de desincompatibilização, em março. Ressaltou, porém, que “2014 tem de chegar em 2014″ – antes, é preciso discutir um programa para o País.


“Entre o fim de 2013 e o início de 2014, a oposição tem de apresentar o seu candidato”, afirmou. “Acho que não pode ficar para a véspera da eleição. Porque aí o conjunto dos partidos já estará definido. Para que (o PSDB) amanheça 2014 com candidato, janeiro de 2014 deveria ser isso, lançamento da candidatura.”


Para o senador, esse seria um prazo adequado para a apresentação da proposta tucana para o País e, principalmente, para a costura de alianças em torno do “projeto alternativo” ao atual governo petista. Em 2010, o presidente do PSDB, o deputado federal Sérgio Guerra (PE), admitiu que a demora na definição do nome do partido para a disputa prejudicou a candidatura do então governador de São Paulo, José Serra.


Embora ainda eufórico com a vitória de Lacerda sobre Patrus Ananias (PT), candidato apoiado pela presidente Dilma Rousseff, Aécio disse que o episódio não é algo que vá ser decisivo “lá na frente”, ou seja, na próxima sucessão presidencial. Para ele, se houve nacionalização da campanha em Belo Horizonte foi por causa da forma como o Palácio do Planalto entrou na disputa. “Não foi da minha parte”, disse o senador, que introduziu o tema do julgamento do mensalão na campanha e atacou duramente Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


“Temos de discutir qual projeto de País queremos”, disse “Se cair sobre mim (a candidatura), tudo bem. Se for outro companheiro, tudo bem”, disse o tucano, que recebeu o Estado em seu apartamento na região centro-sul de Belo Horizonte. Segundo ele, é preciso fazer “dois grandes favores”: um ao Brasil, livrando-o do que chamou de “período de ineficiência” do governo petista; outro ao PT, mandando-o para “um estágio na oposição”.


“Minha vitória (em 2012) é a vitória de um projeto que está dando certo em Minas Gerais”, afirmou o senador tucano.


Defendendo que o PSDB dedique 2013 às discussões do projeto que apresentará ao País na corrida presidencial, Aécio já alinhava críticas ao governo Dilma. “O PT abriu mão de ter um projeto de País para ter um projeto de poder. As grandes reformas não foram feitas, são as mesmas que precisávamos antes. Os grandes gargalos não foram enfrentados. E não vai ser a presidente que terá condições de fazê-lo. A economia não é a mesma”, disse ele, criticando também o baixo crescimento em 2012 e a abertura “envergonhada” do governo ao setor privado, com problemas como as constantes mudanças no modelo de concessão dos aeroportos.


O senador disse ainda que o PSDB formulará um projeto e buscará alianças, mas afirmou que seria “indelicado” chamar agora o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), para ir para a oposição. “Eu e Eduardo somos amigos há 20 anos”, afirmou. Uma eventual candidatura do pernambucano à Presidência, afirmou o tucano, será um problema dos governistas, não dos oposicionistas.


Pulverização. O parlamentar disse que pretende retomar a discussão da cláusula de desempenho para partidos que queiram entrar na Câmara para acabar com a “pulverização” partidária. A regra exigia que, para ter representação parlamentar, os partidos tivessem ao menos 5% dos votos para a Câmara dos Deputados, distribuídos por pelo menos nove Estados, cada um com no mínimo 3% da votação. Foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal, porque foi feita por lei complementar, o que foi considerado inconstitucional. A ideia de Aécio é transformá-la em emenda constitucional.


“Os partidos têm de representar um segmento da sociedade”, afirmou, contando que, na campanha, ao gravar depoimentos de apoio para a TV, às vezes lhe pregavam buttons com números de legendas que não conhecia. “Hoje, 90% dos partidos representam grupos para vender tempo de televisão na campanha ou para fazer dois vereadores.” Se a cláusula estivesse em vigor, afirmou, haveria apenas seis partidos representados na Câmara, todos “grandes”. “Tem de ser construída uma maioria. Não vai ter consenso nunca sobre isso.”


Segundo ele, no formato atual, “as grandes questões são impossíveis de aprovar” e a criação de mais partidos sempre se dá pela migração “da oposição para o governo” – alusão ao PSD, originado do DEM. “Será que é bom para a democracia ter oposições tão fragilizadas?”, perguntou. “Tem espaço para retomar a discussão.”

8 de out. de 2012

Aécio presidente: Minas se une em torno do senador

Aécio Neves agradeceu à população de Belo Horizonte pela eleição de Marcio Lacerda.


Aécio, que vem se configurando como presidenciável, pregou a união de Minas em torno de um projeto que é de interesse dos mineiros.


Publicado por: Redatores da Turma do Chapéu



Marcio Lacerda, Aécio Neves e Antonio Anastasia


De olho em 2014, Aécio alardeia ‘união de Minas’


Folha de São Paulo, 08/10/2012


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que a reeleição de Marcio Lacerda faz parte de um “projeto de Minas”.


“Quero agradecer por cada voto, por cada eleitor que foi à urna votar em Marcio, porque está votando num projeto que é de Minas Gerais, obviamente para atender aos interesses dos mineiros.”


O projeto a que Aécio se refere é o da “união de Minas”, tendo em vista a disputa presidencial de 2014.


Ele busca repetir o seu avô Tancredo Neves (1910-1985), que pregava um Estado unido politicamente para pavimentar o caminho rumo à corrida presidencial -Minas é o 2º colégio eleitoral do país.


Aécio prevê vencer em 80% dos municípios mineiros com o PSDB e os partidos aliados. BH será a principal vitrine da marca que o senador tucano tentava fixar antes mesmo da abertura das urnas.


Mas nem tudo são flores. Em cidades-polo importantes, Aécio e o governo de Minas perderão, como Uberlândia (Triângulo Mineiro). Lá, o PT deve prosperar pela primeira vez.


O PT também venceu em Poços de Caldas e Pouso Alegre, no sul do Estado.


Em Juiz de Fora, na zona da mata, o PSDB, que governa a cidade, ficou de fora do segundo turno, que será disputado por PMDB e PT. Em Ipatinga, no Vale do Aço, o PT retomou a prefeitura.


Na região metropolitana de BH, Aécio também perdeu em Contagem, onde o PSDB ficou de fora do segundo turno. Passaram PC do B e PT.

Aécio presidente: Minas se une em torno do senador

Aécio Neves agradeceu à população de Belo Horizonte pela eleição de Marcio Lacerda.


Aécio, que vem se configurando como presidenciável, pregou a união de Minas em torno de um projeto que é de interesse dos mineiros.


Publicado por: Redatores da Turma do Chapéu



Marcio Lacerda, Aécio Neves e Antonio Anastasia


De olho em 2014, Aécio alardeia ‘união de Minas’


Folha de São Paulo, 08/10/2012


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que a reeleição de Marcio Lacerda faz parte de um “projeto de Minas”.


“Quero agradecer por cada voto, por cada eleitor que foi à urna votar em Marcio, porque está votando num projeto que é de Minas Gerais, obviamente para atender aos interesses dos mineiros.”


O projeto a que Aécio se refere é o da “união de Minas”, tendo em vista a disputa presidencial de 2014.


Ele busca repetir o seu avô Tancredo Neves (1910-1985), que pregava um Estado unido politicamente para pavimentar o caminho rumo à corrida presidencial -Minas é o 2º colégio eleitoral do país.


Aécio prevê vencer em 80% dos municípios mineiros com o PSDB e os partidos aliados. BH será a principal vitrine da marca que o senador tucano tentava fixar antes mesmo da abertura das urnas.


Mas nem tudo são flores. Em cidades-polo importantes, Aécio e o governo de Minas perderão, como Uberlândia (Triângulo Mineiro). Lá, o PT deve prosperar pela primeira vez.


O PT também venceu em Poços de Caldas e Pouso Alegre, no sul do Estado.


Em Juiz de Fora, na zona da mata, o PSDB, que governa a cidade, ficou de fora do segundo turno, que será disputado por PMDB e PT. Em Ipatinga, no Vale do Aço, o PT retomou a prefeitura.


Na região metropolitana de BH, Aécio também perdeu em Contagem, onde o PSDB ficou de fora do segundo turno. Passaram PC do B e PT.

“Aécio presidente”: Tasso cogita voltar à vida pública pelo senador

Após as eleições municipais, Aécio Neves sai fortalecido para 2014.


Aécio Presidente: 2014






O ex-governador e ex-senador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), disse neste domingo (7) que cogita voltar à vida pública para apoiar uma provável candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. Em 2010, derrotado na corrida pelo Senado Federal, o tucano declarou que estava se aposentando da política para se dedicar aos netos.

Após votar em um colégio particular da capital cearense durante a manhã, Tasso admitiu voltar atrás em sua decisão pelo senador Aécio Neves Ele afirmou à imprensa que se “empolgaria” e se “engajaria” por acreditar “ser uma candidatura de renovação não só de geração, mas de ideias”.

Fonte: Portal iG

Aécio: em artigo senador fala sobre eleições e o desempenho da economia

Aécio: Com o esgotamento das medidas emergenciais – não funcionou a oferta de crédito, queda das taxas de juros e benemerências fiscais.


Aécio: eleições 2012 e economia


 Aécio: as eleições e o desempenho da economia

Aécio: eleições e economia – hora das reformas. Foto G1



Fonte: Folha de S.Paulo


AÉCIO NEVES


Eleições e economia


As eleições realizadas ontem, em primeiro turno, e as últimas notícias sobre o desempenho da economia dominam, neste momento, o interesse dos brasileiros em razão das repercussões que têm sobre a vida nacional.


Pelo voto livre e soberano, o pleito reafirma a força da nossa democracia, expressa no encontro de milhares de candidatos e de milhões de eleitores nas urnas dos mais de 5.000 municípios brasileiros e no amplo debate sobre os problemas nacionais que incidem de forma aguda na realidade das nossas cidades: corrupção, gestão precária, saúde ruim, educação sem qualidade, o avanço da violência e os crescentes desafios na área da mobilidade urbana.


Na economia, relatório divulgado pela Cepal aponta que o Brasil crescerá apenas 1,6% neste ano. É o segundo pior resultado entre os 20 países analisados da América Latina e do Caribe, superior apenas ao do Paraguai e atrás de Panamá, Haiti, Peru, México, Costa Rica e Bolívia.


Referendado também por órgãos do próprio governo, como o Banco Central, o resultado desmente as previsões fantasiosas com as quais o governo tentou falsear a realidade.


O número da Cepal já havia sido antecipado por instituições financeiras internacionais e, à época, foi classificado como “piada” por nossas autoridades econômicas, que passaram o ano anunciando crescimento em patamar muito superior. Vê-se agora, de fato, com quem estava a realidade, neste lamentável espetáculo do PIB em queda livre.


Mesmo com tantas evidências, o governo insiste em debitar na conta de outros países a responsabilidade exclusiva sobre o problema, em vez de fazer o seu próprio dever de casa. Ao agir assim, cumpre agenda que atende outros interesses, sem se preocupar com os efeitos deletérios dessa estratégia, que condena o país a um crescimento medíocre, como nos dois últimos anos, e põe em risco a perspectiva brasileira como nação emergente.


Com o esgotamento das medidas emergenciais para tentar salvar o ano eleitoral – e a constatação de que não funcionou, como antes, o tripé oferta de crédito, queda das taxas de juros e benemerências fiscais a setores produtivos-, resta-nos voltar à cobrança das reformas ainda por fazer, único caminho para assegurar competitividade à economia e recolocar o país no rumo de um crescimento sustentado e duradouro.


Ao fim do ano eleitoral, o governo terá de se haver com os antigos desafios que se agravaram sem resposta: o peso dos impostos, o excesso de burocracia, juros ainda nas alturas, legislação trabalhista do século passado, inércia e incompetência para desatar o nó da infraestrutura, entre tantos outros que entravam o desenvolvimento nacional.


AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.


Aécio: eleições 2012 e economia – Link do artigo: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/70774-eleicoes-e-economia.shtml