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23 de out. de 2012

Eleições 2012: PSDB fica forte em Minas e elege maior número de prefeitos

Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas. Com a apoio de Aécio, partido foi o que elegeu o maior número de prefeitos.


Eleições 2012: PSDB e Aecio


 Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas

Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas. Com a apoio de Aécio, partido foi o que elegeu o maior numero de prefeitos.



Fonte: artigo - O Tempo


A vitória da aliança


O que diz a aritmética das urnas

RODRIGO DE CASTRO
Deputado federal


Os resultados das recentes eleições em Minas Gerais consagraram a grande aceitação em nosso Estado de uma ampla aliança política, estabelecida em 2002, sob a liderança do senador Aecio Neves, aprofundada nos pleitos seguintes e cimentada pelas realizações de um modelo de gestão de reconhecida eficácia. Por mais inventivas que sejam as maneiras de se fazer as contas, a aritmética das urnas aponta para uma realidade inescapável: cerca de 80% dos prefeitos eleitos nos 853 municípiospertencem à base do governo Anastasia.


Estamos falando de uma aliança duradoura, movida pelo casamento de objetivos estratégicos e não pelos interesses fortuitos da conjuntura e pautados pelo toma-lá-dá-cá da política tradicional. Há um projeto em Minas, visível pela sua unidade e coerência cristalinas. Em torno dele, somam-se aliados de um lado, e perfilam-se os adversários de outro. É da democracia – e é simples assim.


Dentre todos os resultados municipais já conhecidos, chama a atenção o excelente resultado obtido pelo candidato Marcio Lacerda, com apoio do PSDB, reeleito para comandar a Prefeitura de Belo Horizonte.


Marcio Lacerda venceu no primeiro turno, como candidato de uma convergência política também muito ampla. Com o apoio decisivo de Aecio, derrotou adversários do PT sustentados por forças de envergadura nacional. E, mesmo sem esse propósito, a aliança com o PSDB acabou contribuindo para que os resultados de BH tivessem projeção em todo o país.


Além de parceiro determinado de Marcio Lacerda e de sua vitória acachapante, o PSDB tem mais a comemorar. No primeiro turno, os tucanos elegeram 143 prefeitos, 122 vice-prefeitos e 979 vereadores. Fomos o partido que elegeu o maior numero de prefeitos.


A coalizão do PSDB com os partidos aliados também saiu revigorada. Como já foi dito, nas 59 maiores cidades do Estado, quatro aguardam o segundo turno, as forças aliadas venceram em 37 delas e a oposição em apenas 18.


A densidade dos resultados obtidos pelo PSDB e seus aliados em Minas fez com que os espaços vinculados ao PT nas redes sociais iniciassem um engraçado, articulado e desesperado esforço para tentar demonstrar que o PSDB saiu isolado das eleições em Minas.


Para tentar botar de pé esse raciocínio, haja criatividade! Para eles, a vitória de Marcio Lacerda é uma vitória do PSB e não de Aecio, embora o próprio governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tenha reconhecido as características especiais do pleito em BH.


O esforço do PT em ignorar a realidade faz lembrar uma anedota antiga do mais puro humor britânico. Quando o denso nevoeiro tomava conta do Canal da Mancha e impedia o tráfego de qualquer embarcação, os ingleses, de forma resignada diante da constatação de que a sua ilha ficaria afastada, se divertiam apontando o oposto da realidade: “É, o continente hoje está isolado”.


Aqueles que, entre nós, enxergam o isolamento do continente em vez do isolamento da ilha, simplesmente padecem de miopia política. Diante dos fatos e dos números, é bom lembrar aos perdedores dos mais diferentes matizes uma máxima universal do debate democrático: o choro é livre.


Eleições 2012: Aecio – Link da matéria: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=214195,OTE&IdCanal=2

20 de out. de 2012

Presidente 2014: Aécio Neves e Campos reforçam campanha em Uberaba

Aecio e Campos: 2014 – Senador e governador de Pernambuco ensaiam futuro cenário em disputa contra o PT para a Presidência da República.


Aecio Neves: presidente 2014


Fonte: O Globo


Aecio Neves e Eduardo Campos se unem de olho em 2014


Prováveis adversários do PT em 2014, eles medem forças com a dupla Lula e Dilma Rousseff


Aecio e Campos se unem em Uberaba e antecipam 2014

Aécio e Campos se unem em Uberaba mirando 2014. Senador e governador de Pernambuco ensaiam futuro cenário em disputa contra o PT para a Presidência da República.



BRASÍLIA e UBERABA — Inflados pelas vitórias no primeiro turno de Marcio Lacerda, em Belo Horizonte, e de Geraldo Júlio, em Recife, os padrinhos das duas candidaturas, respectivamente Aecio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), prováveis adversários do PT em 2014, unem-se para medir forças com a dupla Lula e Dilma Rousseff neste segundo turno em capitais e grandes cidades. Mostrando um distanciamento cada dia maior de partidos da base aliada do governo e se firmando como terceira via, o presidente do PSB e governador de Pernambuco Eduardo Campos usou nesta sexta-feira um ato de campanha em Uberaba, cidade importante do Triângulo Mineiro, para estrear na campanha ao lado de Aecio, que também comemora o fato de ter conseguido polarizar com Dilma no primeiro turno em Belo Horizonte.


Tucanos dizem que a disputa em Uberaba entre Antonio Lerin (PSB) e Paulo Piau (PMDB) é o que menos conta na aparição da dupla, e que o mais importante é o simbolismo dos dois juntos. Isso porque essa parceria entre os dois netos de políticos famosos —Aecio, do ex-presidente Tancredo Neves, e Campos, do ex-governador Miguel Arraes — está deixando o PT de cabelo em pé. A eleição municipal deste ano, para o PSB, tem funcionado como o passaporte para o partido alcançar independência dentro da base e se firmar como alternativa em 2014. Ou negociar com o aliado histórico, o PT, protagonismo para 2018.


— Esse encontro de Aecio e Eduardo Campos em Uberaba tem repercussão nacional. Aecio mostra sua ampla circulação e Eduardo Campos reforça que não será sublegenda do PT, muito menos tutelado e patrulhado! Aecio e Eduardo são os dois maiores lideres da nova geração política — comemora o presidente do PSDB mineiro, deputado Marcus Pestana.


A aparição pública dos dois nesta sexta-feira em Uberaba foi mais modesta do que o esperado, mas ficou registrada a foto do momento. Campos e Aecio também apoiaram o candidato do PSB em Belo Horizonte, o prefeito reeleito Marcio Lacerda, mas o governador pernambucano não esteve na capital mineira.


Declarações cuidadosas


Aecio Neves chegou a Uberaba no meio da tarde de ontem e ficou na casa de um amigo, enquanto aguardava a chegada de Eduardo Campos, que aterrissou na cidade mineira por volta das 18h30m.


Os dois concederam uma breve entrevista no aeroporto, e evitaram dar maior significado à atuação política conjunta, principalmente no que se refere à sucessão de Dilma Rousseff, em 2014. Questionado sobre a presença no município mineiro, junto com Aecio, Campos disse que se limitava ao apoio ao candidato de seu partido.


— O único significado que tem aqui é o de eleger o candidato Lerin em 2012. Nossa energia está voltada para apoiá-lo. Ainda não há resultados nem mesmo da eleição, e vocês já estão falando em 2014 — desconversou Campos.


Aecio também limitou suas respostas à disputa eleitoral para as prefeituras.


— O PSDB tem muitas alianças. Todas elas para uma melhoria de políticas públicas, visando a uma qualidade de vida melhor para o povo — afirmou.


Além de Fortaleza, onde o PSDB apoia Roberto Cláudio (PSB), e Manaus, onde o PSB apoia Arthur Virgílio (PSDB) contra Lula, Dilma e a candidata Vanessa Graziottin (PCdoB), os partidos de Aecio e Campos fazem dobradinha em outras capitais e cidades importantes, como Campinas, neste segundo turno das eleições municipais.


O secretário nacional de Comunicação do PT, deputado André Vargas (PR), ironiza declarações de Eduardo Campos de que o PSB continua na base de Dilma, mas não será satélite do PT:


— A preocupação do PSB, do Eduardo Campos, é não ser satélite do PT. Mas ele tem que ter a mesma preocupação em não ser satélite do PSDB.


De uma forma ou de outra, fortalecido nas urnas, com PT ou PSDB, Eduardo Campos já avisou que o PSB estará no jogo em 2014:


— Esse movimento do PSB só deve preocupar o PT, porque representa uma fissura grande dentro da base. Nós, da oposição, vamos apresentar um projeto alternativo de poder em 2014. Se amanhã forças que hoje estão com o governo quiserem apoiar esse projeto serão muito bem vindas — disse Aecioao GLOBO.


Queixas de candidatos da base


Derrotado no primeiro turno em Manaus, Serafim Corrêa, do PSB, diz que o atropelamento do PT aos aliados está aproximando o PSB do PSDB. Ele conta que no primeiro turno procurou apoio de Dilma e do PT, mas foi informado que a cúpula já tinha se decidido por Vanessa Graziotin, do PCdoB, que pode ser derrotada pelo tucano, segundo as pesquisas.


— Eu era ou não era também candidato da base? O apoio que deram a Vanessa foi desproporcional. Foi uma sacanagem Lula e Dilma já fazerem uma opção no primeiro turno pela Vanessa! Agora, (o líder do governo no Senado) Eduardo Braga, que acha que é rei em Manaus, está colocando Lula e Dilma numa gelada. Estão trazendo a presidente aqui para ser sócia de uma derrota — disse Serafim Corrêa, lembrando que em 2008, quando o PSB ficou isolado, o PSDB apoiou o partido.


Serafim Corrêa conseguiu formalizar o apoio do PSB local ao tucano Arthur Virgílio, apesar das tentativas de Vanessa Graziotin de impedir. A presidente Dilma deve ir a Manaus na segunda feita, embora tenha dito, durante a campanha, que não entraria em eleição disputada por dois partidos aliados. Tática que foi deixada no primeiro turno.


Diante das ofensivas de Campos e da proximidade com o principal partido de oposição, o ex-presidente Lula também resolveu ignorar isenção em cidades onde aliados estão em disputa. Na próxima semana ele irá reforçar o palanque de Elmano Freitas em Fortaleza, onde o petista está empatado com o candidato do PSB, Roberto Cláudio.


(Colaborou Thereza Cristina Gonçalves Ferreira)


Aécio: 2014 – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/aecio-neves-eduardo-campos-se-unem-de-olho-em-2014-6465465#ixzz29noI8Zlk

15 de out. de 2012

Aécio 2014: presidente Dilma e a vitória de Lacerda

Aécio 2014: presidente Dilma e a vitória de Lacerda. PT deu as costas para Minas mais uma vez, senador foi decisivo nas eleições em BH.


Aécio Neves 2014 e a presidente Dilma


Fonte: Jogo do poder


 Aécio 2014: presidente Dilma e a vitória de Lacerda

Aécio 2014: presidente Dilma e a vitória de Lacerda. PT deu as costas para Minas mais uma vez, senador foi decisivo nas eleições em BH. Foto Veja.com



Onde estava Dilma quando Aécio a derrotou em BH?


O PT tenta um ar blasé para minimizar a constatação de que Aécio Neves foi decisivo para que a PBH, depois de 20 anos, deixasse de ser a casa do PT em Minas Gerais.


Além da derrota no voto popular para Marcio Lacerda e o grupo do senador Aécio Neves, líderes de um grupo político que defende a gestão pública eficiente e transparente, a eleição para aPrefeitura de Belo Horizonte também deixou uma dezenas de questionamentos ao PT sem que o partido respondesse: “O PT foi oposição ou fez parte do Governo Marcio Lacerda em seu primeiro mandato?”; “Se Lacerda foi um prefeito ruim, como a campanha de Patrus pregou, por que o partido não tomou a decisão institucional de deixar os cargos que ocupava na prefeitura bem antes do embate eleitoral?”; “Por que Patrus, quando conselheiro da PBH na Gestão Marcio Lacerda, não fez as mesmas críticas que trouxe à tona durante a campanha eleitoral?”, entre outras indagações.


A principal delas, que, inclusive, a “mineira” Dilma Rousseff poderia ajudar seus conterrâneos do PT a responder: “Aécio Neves foi responsável pela separação de Marcio Lacerda do PT e, consequentemente, de sua vitória sobre o candidato petista?”.


No início da campanha eleitoral, os petistas acusaram Aécio de tramar o rompimento do prefeito Marcio Lacerda com o PT, mesmo sendo público e recorrente o espernear do vice-prefeito petista, Roberto Carvalho, ao ponto de abrir críticas públicas à administração municipal, com o claro intuito de lutar por uma candidatura própria de seu partido.


Naquele momento, a tese de rompimento com a administração municipal, defendida por Roberto Carvalho, saiu vitoriosa. E em tom irônico, o PT creditava ao prefeito Marcio Lacerda a decisão de se aliar ao senador Aécio Neves e ao PSDB.


Foi preciso encomendar visitas-relâmpago do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma a Minas Gerais para reforçar a imagem de que foi Lacerda quem se afastou do PT e buscou em Aécio apoio para se reeleger prefeito.


Agora, derrotados, com Lula e Dilma de costas mais uma vez para Minas Gerais, os petistas tentam um ar blasé para minimizar a derrota e a constatação evidente de que o senador Aécio Neves foi decisivo para que a Prefeitura de Belo Horizonte, depois de 20 anos, deixasse de ser a casa do PT em Minas Gerais.


Mesmo estando apenas poucas horas em Belo Horizonte durante os três meses da campanha eleitoral, o tempo foi suficiente para que a presidenta Dilma não precisasse deixar Minas Gerais para perceber que o senador Aécio Neves a derrotou ao levar Marcio Lacerda à reeleição.


Para sua sorte, Dilma vota em Porto Alegre.


Aécio Neves 2014 – Link do artigo – http://www.jogodopoder.com

Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014

Aécio e Campos: 2014 – Senador e governador de Pernambuco se fortalecem com as eleições de 2012 e são alternativa ao PT.


Aécio Neves: presidente 2014


Fonte: Isto É


Os vitoriosos


Resultado na eleição municipal credencia o senador Aécio Neves e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como nomes decisivos para a eleição presidencial de 2014


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014

Aécio e Campos de olho na Presidência 2014 - Fotos: Adriano Machado; frederic jean/ag. istoé



ROBUSTO
O PSB de Eduardo Campos (à esq.) destacou-se como o partido que mais cresceu proporcionalmente nas eleições municipais e Aécio Neves garantiu a reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, que obteve 52,7% dos votos


Qualquer negociação sobre a disputa presidencial de 2014 terá de passar necessariamente por dois nomes: o senador Aécio Neves e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Os dois líderes políticos se credenciaram para as discussões sobre a sucessão de Dilma Rousseff a partir de vitórias expressivas nas urnas este ano. Além do papel de fiadores das campanhas municipais do PSDB e do PSB País afora, ambos conseguiram eleger afilhados políticos nas capitais de seus Estados em confrontos diretos com candidatos do PT. Aécio, aliado a Campos, garantiu a reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, que obteve 52,7% dos votos sobre o ex-ministro Patrus Ananias (PT), que só chegou aos 40,8% de apoio com a ajuda de Dilma. No Recife, 51,1% dos eleitores deram vitória a um até então desconhecido Geraldo Julio, lançado candidato por Campos após racha com os petistas. Na capital pernambucana, o nome do PT era o senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa, que ficou em terceiro lugar com apenas 17,4% dos votos.


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014


Tanto Eduardo Campos como Aécio Neves sabem que o caminho até 2014 é longo e, por vezes, acidentado. Não admitem oficialmente o desejo de concorrer à Presidência dentro de dois anos, mas mergulharam de cabeça nas eleições municipais numa óbvia tentativa de projeção nacional. Usaram jatinhos particulares para poder subir em diferentes palanques espalhados pelo País. Campos, segundo sua assessoria, percorreu mais de 25 mil quilômetros no período eleitoral. Visitou cidades de São Paulo, Mato Grosso e três Estados nordestinos, além de Pernambuco.


Já o tucano, conforme informações de assessores, esteve em 21 Estados, além de dezenas de cidades mineiras. Para o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), as viagens ajudam na divulgação do partido e de Aécio. “Ele é o nome mais credenciado para 2014″, afirma. Guerra é pragmático quando o assunto é uma eventual chapa com Aécio na cabeça e Campos de vice. “É nosso amigo, mas é aliado do governo”, avalia.


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014


Embora se encontrem em campos opostos hoje, tanto o tucano como o socialista sabem que essa situação pode mudar e, intimamente, nutrem o desejo de subir no mesmo palanque nacional. A última vez que isso aconteceu foi há quase 30 anos, na campanha das Diretas Já. Eram então apenas netos de Tancredo Neves e Miguel Arraes, que militavam no PMDB ao lado de Ulysses Guimarães. De lá para cá, cada um seguiu seu caminho em trajetórias independentes, mas bastante semelhantes. A amizade se manteve e, ao despontarem como expoentes políticos de uma nova geração, voltam a alimentar o sonho de uma parceria. Além da aliança em torno da eleição de Márcio Lacerda, Campos admite que trabalhou para eleger Aécio Neves presidente da Câmara dos Deputados, em 2001.


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014


Hoje, para evitar ferir suscetibilidades entre os petistas, o governador pernambucano é menos enfático que o senador tucano quando o assunto é uma eventual aliança para 2014. Diz que o PSB estará no jogo, mas que o “caminho mais natural” é permanecer na base do governo. O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), no entanto, revela que Campos está formando a convicção de que o PT não o tolera. “O racha que houve aqui e em BH está evoluindo”, diz. Para o político veterano, restará ao socialista tentar um entrosamento com o PSDB, como vice do tucano, ou até uma candidatura própria pelo PMDB. Um rompimento na base do governo hoje é pouco provável, dependerá muito do ritmo da economia e da popularidade de Dilma daqui a dois anos. Até lá, Aécio promete elevar o tom contra o governo do PT e tomar as rédeas da oposição.


O PSDB, de Aécio, ficou em segundo lugar em número de prefeituras. Os tucanos conquistaram 693 municípios, uma queda de 12%, que foi compensada, segundo Aécio, com a reinserção da legenda nas regiões Norte e Nordeste, de onde havia sido praticamente extirpada em pleitos anteriores. O senador destaca as vitórias da oposição em Maceió e Aracaju, além da ida para o segundo turno em várias cidades importantes, como Salvador, João Pessoa, Teresina, Belém, Manaus e Rio Branco. O PSB de Campos, por sua vez, destacou-se como o partido que mais cresceu proporcionalmente. Com um discurso pautado pela eficiência da gestão e pelos índices de popularidade ostentados pelo próprio governador de Pernambuco, a legenda conquistou quase 40% a mais de prefeituras em relação a 2008, saindo de 203 para 433.


 Aécio e Campos de olho na eleição presidencial de 2014

Aécio vence em Belo Horizonte e abre frente para negociar com PSB em 2014



Aécio: presidente 2014 – Link par a matéria: http://istoe.com.br/reportagens/245177_OS+VITORIOSOS

9 de out. de 2012

Aécio presidente: Campos pode ser aliado em 2014

Aécio presidente: Campos pode ser aliado em 2014. Senador afirmou que o PSDB vai escolher candidato somente na virada de 2013 para 2014.


Aécio: presidente 2014


Fonte: Folha de S.Paulo


Vitoriosos em 2012, Aécio e Campos flertam com 2014


O senador do PSDB e o governador de Pernambuco (PSB) conseguiram eleger os prefeitos de suas capitais


Clique na imagem para ampliar

 Aécio presidente: Campos pode ser aliado em 2014

Aécio presidente: Campos pode ser aliado em 2014. Senador afirmou que o PSDB vai escolher candidato somente na virada de 2013 para 2014.



Amigos e aliados em nível regional, políticos podem ser concorrentes de Dilma, que, acreditam, será a candidata do PT

Eles conseguiram eleger os prefeitos de suas capitais e saíram das eleições com uma vitória política sobre o PT da presidente Dilma Rousseff.


Ao mesmo tempo, se tornam cada vez mais potenciais adversários dela em uma disputa presidencial em 2014.


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), são amigos e aliados políticos em espaços regionais. Cada um tem seu projeto político presidencial.


A diferença é que o tucano milita hoje na oposição, enquanto Campos é da base de apoio do governo federal. Mas ambos flertam com uma aliança para 2014.


Ontem, em entrevistas à Folha, os dois adotaram o discurso de que ainda é cedo para decidir se vão disputar a Presidência em dois anos.


“Nem o PSB pode decidir nem ninguém tem isso decidido”, disse Campos.


Aécio afirmou que o PSDB vai escolher seu candidato somente na virada de 2013 para 2014, mas deu um passo a mais do que o colega do PSB.


“Posso ser eu? É uma possibilidade, e não posso fugir disso. É uma decisão que deve ser tomada pelo partido. Obviamente, se recair a mim a responsabilidade, vou estar preparado para isso.”


Os dois concordam em um ponto: Dilma deve ser a candidata do PT à reeleição.


RESULTADOS
Reeleito em Belo Horizonte tendo Aécio como maior fiador, o prefeito Marcio Lacerda é do PSB de Campos. Venceu o petista Patrus Ananias, apoiado por Dilma.


O governador de Pernambuco conseguiu eleger seu candidato, Geraldo Julio, prefeito de Recife. Derrotou principalmente os petistas, que lançaram o senador Humberto Costa, terceiro colocado.


Aécio quer lançar Lacerda ao governo mineiro em 2014 para tentar atrair Campos na disputa pelo Planalto. Ambos não descartam esse acordo, mas preferem valorizar as alianças regionais.


“Nós temos essa relação [com o PSDB] à luz do dia, não às escondidas”, disse o governador de Pernambuco.


“Há uma identidade do PSB com PSDB no país em vários lugares”, afirmou Aécio.


O tucano mudou de estilo e protagonizou na campanha embate público com Dilma, a quem chamou de “estrangeira” pela interferência na eleição em Belo Horizonte.


A presidente revidou. Lembrando ser mineira, disse que deixou a cidade por causa da ditadura militar, e não “foi à praia” -uma provocação às rotineiras viagens de Aécio ao Rio de Janeiro.


“Eu acho que ela está ajudando a fazer minha campanha no Rio. Isso é uma grande bobagem. A resposta está aí: temos um projeto muito bem aprovado em Minas”, disse ontem o senador.


Campos deu um recado para quem, desde já, se incomoda com o avanço eleitoral de sua legenda: “É bom para a presidente Dilma ter um partido amigo crescendo”.


Sob seu comando, a sigla socialista cresceu nestas eleições. O próprio governador acumulou um ganho pessoal com reflexos nacionais: desbancou o PT de Recife ao eleger um afilhado político até então desconhecido.


 Aécio presidente: Campos pode ser aliado em 2014

Aécio: presidente – Clique na imagem para ampliar o gráfico



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SUCESSO 1 - A vitória de Marcio Lacerda em Belo Horizonte teve reflexos no desempenho do PSB na eleição para vereador: a sigla foi a mais votada na cidade

SUCESSO 2 -
O mesmo ocorreu em Recife, capital onde outro candidato do PSB, Geraldo Julio, também venceu: o partido foi o que recebeu mais votos para a Câmara


MACEIÓ - Heloisa Helena (PSOL), candidata à Presidência em 2006, foi a mais votada e se reelegeu vereadora


“A grande corrente silenciosa que se formou na cidade nos trouxe ao 2º turno”
FRUET (PDT), que surpreendeu em Curitiba


DELAY - No domingo, mesmo com o 2º turno já definido, a campanha de Luciano Ducci pedia votos no Twitter…


DÚVIDA - Após ver seu candidato, o prefeito Ducci, ficar de fora, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), disse ontem não saber se apoia Ratinho Jr., Fruet ou fica neutro


Aécio: presidente – Link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/71082-vitoriosos-em-2012-aecio-e-campos-flertam-com-2014.shtml

Aécio presidente: senador quer conquistar o Nordeste

Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste de olho em 2014. Aécio ressalta grande identidade e parceria com Eduardo Campos (PSB).


Aécio: presidente 2014


Fonte: O Globo


’O PSB sempre foi meu aliado’


Senador diz ter grande identidade com socialistas


Nome mais forte para disputar a Presidência pelo PSDB em 2014, Aécio corteja socialistas e diz que PT perdeu espaço no Norte e Nordeste


BELO HORIZONTE Colhendo os louros da reeleição de seu afilhado Márcio Lacerda (PSB) à prefeitura de Belo Horizonte, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem estar aberto a convites para ajudar nas campanhas dos aliados em todos os estados, e manda recados de gentileza ao PSB.


 Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste

Aécio presidente: senador vai abrir espaço no Nordeste. Aécio ressalta grande identidade e parceria com Eduardo Campos (PSB).



Afirma que José Serra tem grandes chances de vencer o petista Fernando Haddad em São Paulo, se conseguir criar a imagem de avanço. E que, se o companheiro paulista achar que ele pode ajudar, estará em seu palanque. Aécio ressalta a grande identidade e parceria com o PSB de Eduardo Campos, mas afirma que caberá a ele decidir se vai integrar um projeto que se contraponha ao PT, ou partir para um projeto alternativo próprio.


Vai continuar viajando pelo país no segundo turno das eleições muncipais?
Aécio - Coloquei-me à disposição do partido e dos aliados e estou muito feliz com os resultados. Provavelmente, vou continuar viajando. Um fato importante foi a reinserção das oposições no Norte e Nordeste. Do ponto de vista político, é a sinalização mais importante que tivemos nestas eleições. Um reduto quase fechado do PT, onde o PT agora ficou fora do jogo. É lá que será nossa prioridade.


Dilma deve entrar nas disputas em Salvador, São Paulo. O senhor vai também?
Aécio - Vou estar à disposição de meus companheiros. Já estive em em vários lugares, em Salvador e devo voltar.


O senhor e Eduardo Campos foram lançados candidatos a presidente aqui em BH e em Recife. Como imagina que estarão em 2014?
Aécio - Temos que esperar 2014. Tenho uma relação extremamente fraterna com o Eduardo. Sempre soubemos compreender nossas circunstâncias. O PSB sempre foi meu aliado em Minas. Não é uma aliança forçada em véspera de eleição. É uma identidade muito forte. E identidade que se estende a outros estados. Mas tenho que respeitar a posição do Eduardo, que, hoje, é um aliado do governo. Ele é quem vai ter que, num determinado momento, escolher o seu caminho. O PSDB terá responsabilidade de construir e aglutinar forças políticas em torno de um projeto novo para o Brasil. Tenho forte relação com lideranças importantes do PSB.
Se isso vai amanhã para um entendimento, o tempo dirá. Não tenho dificuldades para isso.


Quais as chances de Serra em São Paulo?
Aécio - Expressivas. O Serra tem uma densidade muito própria.


Serra precisa mudar o discurso para reduzir a grande rejeição?
Aécio - Acho que a campanha permitirá isso. Vai ter que inspirar um sentimento de mudança, de avanços. Vai ser um briga dura mas nós estamos muito otimistas.



Aécio: presidente 2014 - Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/aecio-ha-identidade-com-psb-mas-rumo-de-2014-ainda-sera-definido-6342868

5 de out. de 2012

Aécio: senador sobe o tom da oposição

Aécio sobe o tom da oposição. “Quem nacionalizou a campanha não fui eu, foram eles”, disse o senador sobre antecipação do embate de 2014.


Aécio: oposição – eleição 2012


Fonte: Folha de S.Paulo


De olho em 2014, Aécio sobe o tom contra o PT


Senador mineiro aproveita disputa em BH para se opor a Dilma e Lula


Estratégia do tucano passa pela reeleição de Lacerda para se aproximar de caciques do PSB, hoje com a rival

 Aécio: senador sobe o tom da oposição

Aécio sobe o tom da oposição. “Quem nacionalizou a campanha não fui eu, foram eles”, disse o senador sobre antecipação do embate de 2014.



A eleição municipal deste ano mostra uma ofensiva do ex-governador e senador Aécio Neves (PSDB-MG) para transformar a eleição de Belo Horizonte numa disputa nacional.


O tucano deixou de lado o estilo discreto que vinha adotando até então na oposição.


Foi mais agressivo com o PT, destilou provocações à presidente Dilma Rousseff e atacou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Dilma reagiu. Esteve anteontem em BH para pedir votos a Patrus Ananias (PT), mas ocupou a maior parte do tempo respondendo aos recentes ataques de Aécio. Os dois são potenciais rivais na disputa presidencial de 2014.


Sem citá-lo, mas falando do tucano, Dilma disse que ele tem “visão mesquinha da vida” e não é “dono de Minas”. Insinuou que Aécio deixa BH para “ir à praia”, enquanto ela, também mineira, saiu por causa da ditadura.


Foi uma resposta à declaração de Aécio de que “estrangeiros” não deveriam interferir no pleito local.


A eleição de BH é considerada fundamental por Aécio para suas pretensões presidenciais, por dois motivos.


A reeleição de Marcio Lacerda (PSB), que tem Aécio como principal cabo eleitoral, seria uma vitória dele sobre Dilma na “casa” dos dois.


Ao mesmo tempo, ele teria por perto o PSB, partido de Lacerda e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, outro potencial presidenciável para 2014.


À Folha Aécio admitiu a mudança de tom. “O processo eleitoral leva a isso.”


Ele reconheceu a polarização com Dilma, mas culpou a presidente e Lula por transformar a disputa em BH em um embate nacional. “Quem nacionalizou a campanha não fui eu, foram eles. Na hora em que o PT rompeu a aliança com o Marcio, o Palácio se movimentou”, disse.


“A minha posição é sempre reativa. Não antecipei isso. Reagi à forma como o Lula, a meu ver, se comportou nesse processo eleitoral.”


Recentemente, Aécio chamou Lula de “líder de facção política” pelos ataques que o ex-presidente faz aos rivais.


PSB
Ao reeleger Lacerda, Aécio mira o PSB, presidido pelo governador Eduardo Campos. Ele estuda lançar Lacerda ao governo mineiro em 2014 e assim atrair Campos para seu lado. “Essa leitura é inevitável”, diz o tucano.


Aécio, porém, tenta desvincular a eleição municipal da disputa presidencial. “Não acho que haja vinculação direta. Mas é claro que, exatamente pela entrada pessoal dela [Dilma], ela própria está se colocando na disputa.”


Ele age nos bastidores com os irmãos Ciro e Cid Gomes -ex-ministro e governador do Ceará, respectivamente-, também filiados ao PSB.


Aécio é amigo de Cid, Ciro e Campos, todos da base de Dilma. O tucano pode oferecer ao PSB o espaço que o PT dá hoje ao PMDB. Trabalha também para dar ao PSDB uma cara de centro-esquerda. Por isso, não abre mão da proximidade com o PDT e seu braço sindical, a Força.


Quando o assunto é mensalão, Aécio tem sido dúbio. Chegou a dizer que defendeu no PSDB que o assunto não fosse explorado na campanha, mas o usou para rebater Lula. Posição ambígua ele manteve também sobre o mensalão mineiro, que envolve o PSDB -disse não conhecer o caso e depois defendeu o julgamento dos envolvidos.


DIVISÃO
Ratinho Junior (PSC) é quem atrai mais simpatizantes do PT em Curitiba: tem 50% entre eles; Fruet (PDT) é o segundo nesse eleitorado, com 22%


“Hoje é o Dia do Agente Comunitário de Saúde”
HUMBERTO COSTA (PT), candidato em Recife e dono do tuíte ‘efeméride do dia’ de ontem


11 capitais brasileiras tiveram segundo turno para prefeito nas eleições de 2008; o PMDB acabou como o vencedor em quatro delas


Aécio: oposição – Eleições 2012


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