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25 de out. de 2012

Aécio: oposição - últimas ações do senador fortalecem oposição

Aecio: senador tem criticado a mistura entre o público e o partidário e a prevalência das causas de um partido sobre interesses de Estado.


Aecio2014: Eleições 2012


Aecio: Facebook – visite a página: O endereço do perfil é http://www.facebook.com/AecioNevesOficial


 Aecio deixa oposição mais forte

Aecio: senador tem criticado a mistura entre o público e o partidário e a prevalência das causas de um partido sobre interesses de Estado.



Fonte: artigo - Valor Econômico


A sorte do PSDB começa a ser traçada


Por Rosângela Bittar


Encerrada a campanha municipal, a hora é de assumir e construir a candidatura presidencial do PSDB. Assim pensam a maioria da direção e seu provável candidato, o ex-governador, ex-presidente da Câmara, atual senador e líder da oposição Aecio Neves. As eleições de 2012 foram o evento, dos últimos anos, de melhor efeito político para Aecio. Nunca antes havia desenvolvido, com o atual traquejo, por pensamentos, palavras e obras, sua veia oposicionista. Apesar de ter êxito como cabo-chefe da campanha eleitoral de um prefeito aliado ao governo federal, Marcio Lacerda (PSB), de Belo Horizonte, numa disputa ali vitoriosa no primeiro turno, pela primeira vez, o PT facilitou sua mágica ao romper com o PSB e lançar candidatura concorrente.


Do discurso ao enfrentamento, das iniciais de um projeto à obsessão pelas alianças, inclusive abrindo mão da sua própria legenda para favorecer aliados melhor situados, Aecio praticou oposição, desta vez. Andou país afora, foi ao Sul, ao Nordeste, ao Norte, chamou para a briga a presidente Dilma e o ex-presidente Lula. Revidou ironias, acusou-a de ter subtraído a Minas Gerais (Estado natal da presidente) R$ 400 milhões por ano com o veto ao aumento dos royalties do minério, apontou equívocos em sua atuação política e administrativa. O senador criticou-a por ter colocado o governo a serviço do partido e por haver contestado interpretação do Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão. Nenhum tema considerou delicado ou proibido, como considerava antes.


Para Lula, sobrou o epíteto de “líder de facção”. “O lulismo, da forma como existia, não existe mais”, decretou. Aecio considerou Dilma uma “estrangeira” em Minas, e quando se apresentou como mineira, ironizou no palanque perguntando onde mesmo ela tinha domicílio eleitoral, no momento em que já viajava ao Rio Grande do Sul para votar.


Aecio Neves estreou na oposição na campanha municipal


Em artigos na “Folha de S. Paulo”, Aecio fustigou o governo e desprezou o que foi avaliado como sucesso da presidente. Em um dos últimos tratou da questão ética a partir da renúncia do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, o mineiro Sepúlveda Pertence, à presidência da Comissão de Ética Pública, por insatisfação com a falta de apoio da presidente: Dilma puniu com a não renovação do mandato os conselheiros que recomendaram afastamento de ministros por suspeita de corrupção.


“Alguns pretensos avanços propagados pelo governo Dilma Rousseff não se concretizaram. A faxina ética é uma delas. Não se conhece providência efetiva para as graves denúncias que derrubaram um número recorde de ministros. Os problemas continuam – obras e projetos inacabados, orçamentos multiplicados a esmo, benevolências de toda ordem para alguns grandes grupos econômicos”, escreveu.


A mistura entre o público e o partidário e a prevalência das causas de um partido – o PT – sobre os interesses de Estado, são outros destaques do novo discurso de Aecio Neves.

Para o PSDB não há mais dúvidas de que o senador é o candidato do partido à Presidência da República, com ação e discurso testados na atual campanha. O ano de 2013 será dedicado à formulação das teses, projetos e estratégias. O critério de prioridade absoluta às alianças é o primeiro na lista de cláusulas desde já pétreas.


Os balanços que o presidente do PSDB mineiro, o deputado federal Marcus Pestana, tem feito sobre o desempenho do partido na campanha municipal deste ano já considera como vitória de Aecio tudo o que não for o PT, o PCdoB e uma parcela minoritária do PMDB de Minas. Todos os demais estavam de alguma forma associados a ele. O PSDB até reduziu o número de prefeitos eleitos do partido porque Aecio abriu mão a favor de aliados. É o que chamam por lá de “cultura aliancista” de Aecio.


O projeto nacional contará com isso em primeiro lugar. Em segundo lugar está a formulação do discurso e programa. No Senado foram feitos alguns ensaios, embora ainda tímidos. Aecio se manifestou, por exemplo, contra o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) e fez a defesa de umaprivatização transparente. O senador vem sublinhando, para definir-se contra, algumas características que considera marcantes do governo do PT, como o aparelhamento do Estado.


Deixou de restringir iniciativas de auxiliares sempre mais aflitos com a demora em praticar uma oposição mais firme e assumir a candidatura. Aecio alegava, e já não alega, que na escola de seu avô Tancredo Neves não se fica muito tempo exposto para não ser o único alvo. As equipes já se sentem liberadas para iniciar o trabalho de construção de uma agenda. Aecio já esteve em uma reunião, convocada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com Armínio Fraga, Pedro Malan, Edmar Bacha, André Lara Resende, para dar início ao debate interno. Saiu de lá satisfeito.


O presidente do PSDB de Minas, Marcus Pestana, começará a reunir ideias que vem colhendo no partido e entre intelectuais e estudiosos para apresentar ao presidente do PSDB, Sérgio Guerra, ao próprio Aecio e ao presidente do Instituto Tancredo Neves, Tasso Jereissati, o que vem chamando de “readequação programática”. A partir disso, na melhor tradição dos partidos social-democratas europeus, o PSDB faria a mobilização municipal, estadual e nacional para a elaboração de um regimento orientador do congresso nacional do partido, a ser convocado, e nele ungir o candidato.


O PSDB quer elaborar um programa para “empolgar a sociedade”, é a intenção. O passo seguinte será enfrentar o maior problema do Aécio, que é tornar-se conhecido no Brasil. Para isso, o congresso partidário definiria uma estratégia de comunicação e mobilização. Essa, provavelmente, é a questão fundamental entre todas, porque embute solução para um dos problemas mais visíveis das campanhas hoje: o da linguagem, pior que o de financiamento, muitas vezes. As campanhas perderam a espontaneidade, a fronteira ideológica, o concurso de intelectuais e pensadores e enfrentam, desde as últimas, uma questão insolúvel considerada grave, a dos evangélicos.


Nenhum partido político resolveu o que fazer com a Igreja que virou grupo eleitoral, tem bancadas fortes e numerosas no Congresso, tempo de televisão e templo para orientar votação. Um problema-fenômeno que se impõe.


Rosângela Bittar é chefe da Redação, em Brasília. Escreve às quartas-feiras


Aecio: 2014 - Link da matéria: http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2877586/sorte-do-psdb-comeca-ser-tracada

23 de out. de 2012

Eleições 2012: PSDB fica forte em Minas e elege maior número de prefeitos

Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas. Com a apoio de Aécio, partido foi o que elegeu o maior número de prefeitos.


Eleições 2012: PSDB e Aecio


 Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas

Eleições 2012: PSDB fica fortalecido em Minas. Com a apoio de Aécio, partido foi o que elegeu o maior numero de prefeitos.



Fonte: artigo - O Tempo


A vitória da aliança


O que diz a aritmética das urnas

RODRIGO DE CASTRO
Deputado federal


Os resultados das recentes eleições em Minas Gerais consagraram a grande aceitação em nosso Estado de uma ampla aliança política, estabelecida em 2002, sob a liderança do senador Aecio Neves, aprofundada nos pleitos seguintes e cimentada pelas realizações de um modelo de gestão de reconhecida eficácia. Por mais inventivas que sejam as maneiras de se fazer as contas, a aritmética das urnas aponta para uma realidade inescapável: cerca de 80% dos prefeitos eleitos nos 853 municípiospertencem à base do governo Anastasia.


Estamos falando de uma aliança duradoura, movida pelo casamento de objetivos estratégicos e não pelos interesses fortuitos da conjuntura e pautados pelo toma-lá-dá-cá da política tradicional. Há um projeto em Minas, visível pela sua unidade e coerência cristalinas. Em torno dele, somam-se aliados de um lado, e perfilam-se os adversários de outro. É da democracia – e é simples assim.


Dentre todos os resultados municipais já conhecidos, chama a atenção o excelente resultado obtido pelo candidato Marcio Lacerda, com apoio do PSDB, reeleito para comandar a Prefeitura de Belo Horizonte.


Marcio Lacerda venceu no primeiro turno, como candidato de uma convergência política também muito ampla. Com o apoio decisivo de Aecio, derrotou adversários do PT sustentados por forças de envergadura nacional. E, mesmo sem esse propósito, a aliança com o PSDB acabou contribuindo para que os resultados de BH tivessem projeção em todo o país.


Além de parceiro determinado de Marcio Lacerda e de sua vitória acachapante, o PSDB tem mais a comemorar. No primeiro turno, os tucanos elegeram 143 prefeitos, 122 vice-prefeitos e 979 vereadores. Fomos o partido que elegeu o maior numero de prefeitos.


A coalizão do PSDB com os partidos aliados também saiu revigorada. Como já foi dito, nas 59 maiores cidades do Estado, quatro aguardam o segundo turno, as forças aliadas venceram em 37 delas e a oposição em apenas 18.


A densidade dos resultados obtidos pelo PSDB e seus aliados em Minas fez com que os espaços vinculados ao PT nas redes sociais iniciassem um engraçado, articulado e desesperado esforço para tentar demonstrar que o PSDB saiu isolado das eleições em Minas.


Para tentar botar de pé esse raciocínio, haja criatividade! Para eles, a vitória de Marcio Lacerda é uma vitória do PSB e não de Aecio, embora o próprio governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tenha reconhecido as características especiais do pleito em BH.


O esforço do PT em ignorar a realidade faz lembrar uma anedota antiga do mais puro humor britânico. Quando o denso nevoeiro tomava conta do Canal da Mancha e impedia o tráfego de qualquer embarcação, os ingleses, de forma resignada diante da constatação de que a sua ilha ficaria afastada, se divertiam apontando o oposto da realidade: “É, o continente hoje está isolado”.


Aqueles que, entre nós, enxergam o isolamento do continente em vez do isolamento da ilha, simplesmente padecem de miopia política. Diante dos fatos e dos números, é bom lembrar aos perdedores dos mais diferentes matizes uma máxima universal do debate democrático: o choro é livre.


Eleições 2012: Aecio – Link da matéria: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=214195,OTE&IdCanal=2

22 de out. de 2012

Aecio 2014: êxito em BH garante candidatura presidencial sustentável, diz artigo

Aecio 2014: êxito em BH garante candidatura sustentável. Artigo comenta cenário político com realinhamento das novas forças políticas.


Aecio 2014: presidente


 Aecio 2014: êxito em BH garante candidatura sustentável

Aecio 2014: êxito em BH garante candidatura sustentável



Fonte: Folha de S.Paulo


O realinhamento continua


André Singer


Prevalece a tendência de os pobres votarem no lulismo e os ricos optarem pela oposição

Até 28 de outubro o balanço é provisório, pois tudo pode mudar na última hora, mas, mantidos os indicadores atuais, o realinhamento de 2006 se mostrará influente no próximo domingo.


Não se trata apenas das conquistas que o lulismo deverá colher em prefeituras com perceptível peso político, mas da continuidade, para além das siglas partidárias, do tipo de divisão social que as eleições têm expressado.


Prevalece, desde então, a tendência de os pobres votarem nos candidatos lulistas e de os ricos optarem pela oposição.


O caso de São Paulo é emblemático. Até sexta passada, na periferia do extremo leste, para cada morador disposto a escolher Serra encontravam-se quase quatro inclinados a sufragar o nome de Haddad, mostrando para onde migrou o voto conservador de Russomanno. Já nas regiões oeste e sul 1, as mais ricas, o tucano tinha maioria.


Mas não apenas em São Paulo – que com 8,6 milhões de eleitores desequilibra o quadro nacional – o sufrágio está polarizado pela renda.


Tal como ocorreu com Dilma em 2010, as camadas de baixo ingresso impulsionaram em Campinas outro candidato sem passagem anterior pelas urnas. Independentemente do placar final, que se prevê apertado, a competitividade do professor Marcio Pochmann (PT) deu-se pela força do lulismo na periferia campineira.


Do mesmo modo, em Curitiba, o ex-oposicionista Gustavo Fruet (PDT) tenta uma arriscada associação com o lulismo para ser ajudado pelos votos dos bairros populares, os quais, no primeiro turno, ficaram com Ratinho Junior.


Há muitos exemplos, mas nada disso significa que a oposição esteja ameaçada de extinção nem muito menos, como vai se falar caso esse cenário se confirme. O êxito de Aecio Neves (PSDB) em Belo Horizonte aponta para uma candidatura presidencial sustentável em 2014.


No entanto, salvo inesperada deterioração das condições econômicas, ele terá que falar a linguagem imposta pelo realinhamento se quiser ser, além de viável, competitivo.


ANDRÉ SINGER, 54, é professor do Departamento de ciência política da USP e autor de “Os sentidos do lulismo” (Companhia das Letras).


Aecio: 2014 – Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/73422-o-realinhamento-continua.shtml

20 de out. de 2012

Presidência em 2014: Aecio e Campos evitam falar de sucessão

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.


Aecio: 2014


 Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.



Fonte: Agência Estado publicado no Estado de Minas


Aecio e Campos evitam falar de possível aliança entre PSDB e PSB em 2014



Dois dos nomes cotados para terem papéis de destaque na disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, o senador Aecio Neves (PSDB-MG) e o presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos (PE), participaram juntos de ato de campanha em Minas Gerais nesta sexta-feira, mas evitaram qualquer referência a uma possível aliança para a corrida presidencial. Pelo contrário, reforçaram parcerias nas eleições municipais, mas o tucano fez a ressalva da “compreensão das circunstâncias do outro”, enquanto Campos salientou que alianças locais significam uma renúncia “às posições em nível nacional”.Aecio é o nome mais cotado do PSDB para a eleição presidencial de 2014 e já manifestou interesse em uma aliança com o socialista, que integra a base do governo da Presidente Dilma Rousseff e é visto como figura essencial em uma possível coligação pela reeleição da petista. Mas PSB e PSDB também mantêm alianças locais, como a que resultou na reeleição em primeiro turno do prefeito de Belo Horizonte, o socialista Marcio Lacerda, e, em 2010, na eleição do governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia.Nesta sexta-feira, os dois participaram de ato de campanha do deputado estadual Antonio Lerin (PSB), que chegou ao segundo turno na disputa pela prefeitura de Uberaba, no Triângulo Mineiro, contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB). Segundo Campos, porém, a presença dos dois no evento tem significado “para 2012“. “A eleição nem terminou ainda. Falar dessas coisas termina criando problema, mais para Aecio do que para mim”, disse, referindo-se a 2014, em meio a risos inclusive do tucano.

De acordo com o governador, as parcerias locais ocorrem “com muita naturalidade” porque integrantes das duas legendas estiveram juntos “em momentos bonitos da vida brasileira”, como a redemocratização. “Estivemos separados nos últimos anos nas lutas políticas brasileiras, mas, quando o interesse do País foi colocado na pauta, a gente sempre esteve junto. Isso é da maturidade democrática. Não faz a gente renunciar às nossas diferenças nem deixar as posições que temos a nível nacional”, observouCampos, que negou a intenção de rodar o Brasil em uma espécie de pré-campanha. “Quem está pelo País todo é o Aecio“, declarou, mais uma vez entre risos de todos.


Aecio concordou com a aproximação em torno das “grandes questões nacionais”, mas ressaltou que essas alianças ocorrem com “cada um compreendendo as circunstâncias do outro”. “Política é isso. Você compreender as circunstâncias do seu amigo, do seu companheiro. Eduardo participa hoje com seu partido da base de sustentação do governo da presidente Dilma. Somos a oposição. E cada um cumpre o seu papel”, concluiu.




Aécio: 2014 - Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/19/interna_politica,324532/aecio-e-campos-evitam-falar-de-possivel-alianca-entre-psdb-e-psb-em-2014.shtml

Presidência em 2014: Aecio e Campos evitam falar de sucessão

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.


Aecio: 2014


 Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014

Aecio e Campos evitam falar da presidência em 2014. Os dois estiveram em Uberaba para apoiar a candidatura de Antonio Lerin do PSB.



Fonte: Agência Estado publicado no Estado de Minas


Aecio e Campos evitam falar de possível aliança entre PSDB e PSB em 2014



Dois dos nomes cotados para terem papéis de destaque na disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, o senador Aecio Neves (PSDB-MG) e o presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos (PE), participaram juntos de ato de campanha em Minas Gerais nesta sexta-feira, mas evitaram qualquer referência a uma possível aliança para a corrida presidencial. Pelo contrário, reforçaram parcerias nas eleições municipais, mas o tucano fez a ressalva da “compreensão das circunstâncias do outro”, enquanto Campos salientou que alianças locais significam uma renúncia “às posições em nível nacional”.Aecio é o nome mais cotado do PSDB para a eleição presidencial de 2014 e já manifestou interesse em uma aliança com o socialista, que integra a base do governo da Presidente Dilma Rousseff e é visto como figura essencial em uma possível coligação pela reeleição da petista. Mas PSB e PSDB também mantêm alianças locais, como a que resultou na reeleição em primeiro turno do prefeito de Belo Horizonte, o socialista Marcio Lacerda, e, em 2010, na eleição do governador de Minas, o tucano Antonio Anastasia.Nesta sexta-feira, os dois participaram de ato de campanha do deputado estadual Antonio Lerin (PSB), que chegou ao segundo turno na disputa pela prefeitura de Uberaba, no Triângulo Mineiro, contra o deputado federal Paulo Piau (PMDB). Segundo Campos, porém, a presença dos dois no evento tem significado “para 2012“. “A eleição nem terminou ainda. Falar dessas coisas termina criando problema, mais para Aecio do que para mim”, disse, referindo-se a 2014, em meio a risos inclusive do tucano.

De acordo com o governador, as parcerias locais ocorrem “com muita naturalidade” porque integrantes das duas legendas estiveram juntos “em momentos bonitos da vida brasileira”, como a redemocratização. “Estivemos separados nos últimos anos nas lutas políticas brasileiras, mas, quando o interesse do País foi colocado na pauta, a gente sempre esteve junto. Isso é da maturidade democrática. Não faz a gente renunciar às nossas diferenças nem deixar as posições que temos a nível nacional”, observouCampos, que negou a intenção de rodar o Brasil em uma espécie de pré-campanha. “Quem está pelo País todo é o Aecio“, declarou, mais uma vez entre risos de todos.


Aecio concordou com a aproximação em torno das “grandes questões nacionais”, mas ressaltou que essas alianças ocorrem com “cada um compreendendo as circunstâncias do outro”. “Política é isso. Você compreender as circunstâncias do seu amigo, do seu companheiro. Eduardo participa hoje com seu partido da base de sustentação do governo da presidente Dilma. Somos a oposição. E cada um cumpre o seu papel”, concluiu.




Aécio: 2014 - Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/19/interna_politica,324532/aecio-e-campos-evitam-falar-de-possivel-alianca-entre-psdb-e-psb-em-2014.shtml