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29 de nov. de 2012

Minas cresce mais do que a média nacional



(...)Gestão deficiente do Governo do PT não manda verbas. Mesmo assim, Minas crescerá acima da média nacional, mesmo patamar de 2002 a 2010.
Dilma Rousseff
Gestão deficiente: PT
A gestão deficiente do PT tem causado enormes prejuízos para os estados brasileiros. Apesar disso, alguns deles, por esforços de seus governos estaduais, conseguem se destacar, como é o caso de Minas Gerais, que obteve um crescimento superior à média nacional entre 2002 e 2010, conforme levantamento divulgado recentemente pelo IBGE.
Além da falta de compromisso com a transparência em relação aos recursos públicos, refletida em obras inacabadas, como o caso da transposição do Rio São Francisco, ou na incapacidade gerencial, que gera processo licitatório cheio de falhas, como o de ampliação do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, o governo federal também tem se negado a repassar recursos garantidos aos estados. Exemplos típicos de uma gestão deficiente.
Outra questão que enfatiza a gestão deficiente do PT é o contingenciamento das emendas previstas na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2012. Mais da metade dos estados brasileiros – 14 no total – não receberam um centavo dos R$ 5 bilhões previstos. E mesmo os estados que conseguiram a liberação de algum repasse, se viram à míngua: apenas 4,3% do total previsto para eles foi aprovado.
Leia também:


Este é mais um exemplo de como o PT, mesmo tendo uma gestão deficiente no governo federal, ainda se nega a apoiar os demais entes federados na execução de obras fundamentais para o desenvolvimento social do país.
Sistematicamente, o governo federal tem tomado atitudes que centralizam ainda mais os recursos em poder da União, arrochando estados e municípios. Os estados que ainda conseguem se destacar, graças a ações inovadoras de gestores regionais, o fazem mais por sua pujança econômica e por não esperarem a boa vontade partidária do PT.
Quando um estado como Minas Gerais, governado pelo PSDB há 12 anos, obtém um crescimento de seu PIB acima da média nacional – conforme levantamento divulgado pelo IBGE -, mesmo sendo oposição à gestão deficiente do PT, fica o exercício de pensamento: imaginem se um estado eficiente como este ainda pudesse contar com os repasses contingenciados pelo governo federal e que são seus por direito

fonte Turma do Chapéu 

17 de out. de 2012

Aécio e Anastasia definem apoios do PSDB para o 2º turno em Minas

PSDB: eleições 2012 – Tucanos vão apoiar Carlin Moura (PCdoB) em Contagem, Bruno Siqueira (PMDB), em Juiz de Fora eLerin (PSB), em Uberaba.


PSDB: eleições 2012


Fonte: Estado de Minas


PSDB sobe em três palanques


Tucanos confirmam apoio no segundo turno a Bruno Siqueira (PMDB) em Juiz de Fora, Carlin Moura (PCdoB) em Contagem e Lerin (PSB) em Uberaba


 PSDB define apoios para o 2º turno em Minas

Eleição 2012: Tucanos vão apoiar Carlin Moura (PCdoB) em Contagem, Bruno Siqueira (PMDB), em Juiz de Fora eLerin (PSB), em Uberaba.



O PSDB anunciou apoio às candidaturas de Carlin Moura (PCdoB), à Prefeitura de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; a Bruno Siqueira (PMDB), em Juiz de Fora, na Zona da Mata, e a Lerin (PSB), emUberaba, no Triângulo Mineiro, na briga pelo segundo turno em 28 de outubro. Os partidos que terão a adesão dos tucanos pertencem à base de Dilma Rousseff no governo federal. Os candidatos do PSDB nas duas primeiras cidades ficaram em terceiro lugar na disputa de primeiro turno. Já em Uberaba, o partido se dividiu e acabou em quinto lugar, no apoio a Fahin Sawan (PTB). Os posicionamentos foram definidos ontem em reuniões dos três candidatos com o governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB), o senador Aécio Neves (PSDB) e o presidente do partido em Minas Gerais, deputado federal Marcus Pestana.


Além de Contagem, Juiz de For a e Uberaba, haverá segundo turno também em Montes Claros, onde o PSDB ficou em terceiro lugar, com o apoio a Jairo Ataíde (DEM).


Em Juiz de Fora, com a derrota do prefeito Custódio Mattos (PSDB), que tentava a reeleição, o caminho natural era o apoio a Bruno Siqueira (PMDB), já que a outra opção seria a união com Margarida Salomão, do arquirival PT. O que dificultava a negociação era o fato de PSDB ter considerado duros demais os ataques dos peemedebistas a Custódio no primeiro turno. O que também poderia levar o partido a não declarar apoio – formal, pelo menos – ao PMDB, são os altos índices de rejeição de Custódio na cidade. Em suas articulações, Siqueira se movimentava no sentido de ter Anastasia e Aécio ao seu lado, mas não Custódio. Depois da reunião de ontem, no Palácio das Mangabeiras, Pestana disse que o partido já prepara a participação em atos de campanha do peemedebista. “O primeiro já deve acontecer na sexta-feira”, informou o parlamentar.


Sem polarização A definição em Contagem pode ter sido ainda mais drástica. O partido teve que optar entre o PT e o mais tradicional aliado do partido da estrela, o PCdoB. Os comunistas, no entanto, antes mesmo da confirmação do segundo turno, já adotavam discurso para atrair os tucanos. “Nosso projeto é de todos os que querem o bem de Contagem”, afirmou Carlin Moura na confirmação do segundo turno, no dia 7. O rival do PCdoB na cidade é Durval Ângelo (PT). Pelo lado dos tucanos, o concorrente foi Ademir Lucas. “Estamos produzindo uma carta com pontos que vamos adotar junto com a coligação no segundo turno”, afirmou Pestana ao final da reunião com Carlin. A presidente estadual do PCdoB, Jô Moraes, afirmou que não se pode nacionalizar a eleição em Contagem, colocando em lados opostos o PT e o PSDB, os dois partidos que deverão disputar o governo federal em 2014. “Na união pela cidade aceitamos todos os votos que vierem”, defendeu a dirigente partidária.


Em Uberaba, apesar do apoio definido ontem pelos caciques a Lerin (PSB), o PSDB enfrenta um problema interno. Os diretórios estadual e municipal se estranharam na discussão sobre o lançamento de candidatura própria ou o apoio a nome de outro partido. O comando da legenda na cidade decidiu lançar Fahin Sawan (PSDB), enquanto o diretório estadual optou pelo apoio ao deputado estadual Lerin (PSB), que disputará o segundo turno com Paulo Piau (PMDB). Com a falta de apoio do próprio partido, Sawan ficou em quinto lugar na disputa e agora precisará ser adulado para fazer campanha para o rival. “Nossa expectativa é que o diretório municipal se alinhe ao estadual”, diz o vice-presidente do PSDB em Minas, deputado federal Domingos Sávio.


PSDB: eleições 2012 - Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/16/interna_politica,323662/psdb-sobe-em-tres-palanques-mineiros.shtml

11 de out. de 2012

Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas

Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas. Oposição deve buscar interlocução com a sociedade, comentou.


Aécio Neves 2014


Fonte: Liderança do PSDB no Senador



Aécio Neves Senador comemora vitória do PSDB e aliados em 85% do municípios de MG




“Resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, depois que venci em 2002, e que se mantém vivo e sólido até hoje”


 Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas

Aécio Neves 2014: senador comemora vitória em Minas




O senador Aécio Neves comemorou o resultado obtido pelo PSDB e pelos partidos aliados no primeiro turno das eleições municipais de 2012 em Minas Gerais. A base de apoio de Aécio Neves e do governador Antonio Anastasia saiu vitoriosa em 85% dos municípios mineiros. Para o senador, a expressiva vitória alcançada comprova que a população aprova o modelo de boa gestão implantado no Estado e hoje aplicado com sucesso em municípios mineiros.


“Temos uma base muito ampla em Minas Gerais desde o meu governo. Apoiamos inúmeros candidatos dessa base no interior do Estado, e podemos comemorar a vitória e o reconhecimento dos eleitores, que chega perto de 85% do total das prefeituras em Minas. O PSDB continua sendo um partido majoritário em Minas Gerais (com 143 prefeitos eleitos). O resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, quando assumi, e que se mantém vivo e sólido até hoje, valorizando o rigor e o bom uso do dinheiro publico”, afirmou o senador, em entrevista.
Capital mineira


A reeleição de Márcio Lacerda (PSB) em Belo Horizonte, com o apoio do PSDB e com grande participação de Aécio Neves e do governador Antonio Anastasia, já no primeiro turno, foi considerada pelo senador uma vitória dos belo-horizontinos.


“O resultado foi excepcional. A vitória de uma administração séria, bem avaliada e comprometida com investimentos extremamente importantes para a cidade. O PSDB colocou o interesse de Belo Horizonte à frente. Não fiquei preocupado em termos uma vitória do PSDB, mas, sim, uma vitória importante para a população de Belo Horizonte“, disse o senador.

Para Aécio Neves, o prefeito Márcio Lacerda terá, em seu segundo mandato, ainda melhores conduções de fazer uma administração exitosa, pautada pela gestão de qualidade e no atendimento às demandas da população. Lacerda foi secretário deDesenvolvimento Econômico do governo Aécio Neves e lançado candidato a prefeito em 2008 pelo então governador de Minas.


“Agora, é preocupar em renovar a administração, estabelecer as novas metas, cuidar de Belo Horizonte. A prefeitura de BH será mais ágil e mais eficiente. O PT ocupava mais de 900 cargos comissionados. Sempre defendi que o administrador público deve gastar menos com a estrutura, seja do Estado ou da prefeitura, para investir mais nas políticas públicas. Marcio terá mais liberdade para fazer uma administração extraordinária porque ele não terá as amarras que teve até aqui”, afirmou o senador.


Segundo turno


Aécio Neves garantiu que o PSDB vai se posicionar em relação aos municípios mineiros onde ocorrerá segundo turno. Também em relação ao desempenho nacional do PSDB e aliados, o senador comemorou o resultado saído das urnas nesse primeiro turno.


“O PSDB se restabeleceu no Nordeste e no Norte do Brasil. Já vencemos no primeiro turno em Maceió, com o PSDB, em Aracaju, com o Democratas. Estamos disputando Salvador, João Pessoa, Campina Grande, Teresina, São Luís e em outras capitais. No Norte, estamos disputando em Belém e em Manaus, e o PT não está nessas disputas. As oposições saem muito vivas dessas eleições e devem se preocupar, em 2013, de buscar uma nova interlocução com a sociedade. Esta será a tarefa a que me dedicarei em 2013“, concluiu o senador Aécio Neves.


Aécio Neves 2014 Link da matéria: http://www.lidpsdbsenado.com.br/2012/10/aecio-comemora-vitoria-do-psdb-e-aliados-em-85-dos-municipios-de-mg/

10 de out. de 2012

Aécio presidente: De 2014, vamos cuidar somente em 2014

Aécio presidente: De 2014, nós vamos cuidar só em 2014. PSDB vai construir uma proposta alternativa mais ousada nos campos das grandes reformas.


Aécio: presidente 2014


Fonte: O Tempo


Entrevista com Aécio Neves


 Aécio presidente: De 2014, vamos cuidar somente em 2014

Aécio presidente: ‘De 2014, nós vamos cuidar somente em 2014′



Aécio diz que PSDB terá lado nas cidades com 2º turno


Qual é o balanço do desempenho do PSDB das eleições em Minas? O partido elencou algumas prioridades e entre essas cidades sofreu derrotas …


Aécio Neves - Primeiramente, quando você fala em uma análise eleitoral, você não pode restringi-la a um partido. Nós temos uma base muito ampla em Minas Gerais desde o meu governo. Nós apoiamos inúmeros candidatos dessa base no interior do Estado. Ontem, inclusive, fizemos uma reunião no Palácio das Mangabeiras com o governador e algumas lideranças políticas do Estado. A vitória da base de sustentação do governo chega perto de 85% do total das prefeituras do Estado. O PSDBcontinua sendo um partido majoritário em Minas Gerais. O resultado é uma confirmação da aprovação da população mineira a um modelo de gestão que foi implantado em 2003, depois que venci em 2002, e que se mantém vivo e sólido até hoje.


O senhor pode adiantar a posição do PSDB nessas quatro cidades que terão segundo turno?


Aécio Neves - Para não precipitar o processo, nós estamos ouvindo primeiro as lideranças locais do partido e dos candidatos que disputaram as eleições, mas a nossa ideia é termos posição nos quatro municípios.


OUÇA – Aécio Neves fala sobre os erros da campanha do PT na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte:



E em relação a Belo Horizonte …


Aécio Neves - O resultado foi excepcional. O que ocorreu foi o segundo turno no primeiro. O momento em que o Palácio do Planalto intervém diretamente no processo eleitoral e retira uma candidatura colocada naquele instante, isso levou um movimento na mesma direção no nosso campo político. A polarização da eleição no primeiro turno foi, talvez, o primeiro equívoco daqueles que quiseram nacionalizar a campanha. Não podemos desprezar a força da presença da presidente da República, que tem uma avaliação muito alta. Foi um resultado extraordinário. Eu acho que o equívoco que o PT cometeu nesse processo e que o levou a mais essa derrota foi colocar em segundo plano o interesse de Belo Horizonte. Desconheceu que havia uma administração em Belo Horizonte em curso séria, bem-avaliada, com investimentos extremamente importantes. Então, nós colocamos o interesse de Belo Horizonte à frente. Eu não fiquei preocupado em contabilizar no meu mapa eleitoral mais um “x”, uma vitória do PSDB, mas, sim, uma vitória importante para Belo Horizonte.


OUÇA – Senador mineiro explica o seu apoio a Marcio Lacerda na prefeitura da capital mineira:



O PT saiu da aliança ou o PSDB o empurrou para fora dela?


Aécio Neves - Foi o PT que saiu da aliança, mais uma vez por priorizar o interesse do PT. O PT saiu da aliança por um motivo fútil, porque queria eleger mais “x” vereadores. Ele queria que o PSB fizesse o papel que o PMDB se dispôs a fazer para ele nessa eleição, que foi abdicar de ter uma bancada. O PMDB praticamente desapareceu, elegeu apenas um vereador. Está comprovado, agora, que o PSB tinha razão. O PSB tem que constituir sua bancada para dar sustentação ao prefeito. O prefeito não pode ser chantageado o tempo inteiro por não ter uma bancada do seu partido minimamente sólida.


O senhor acredita que a administração de Belo Horizonte vai ter o perfil do PSDB?


Aécio Neves - Eu acho que ela será mais ágil e mais eficiente. O Marcio sempre reclamou muito das pressões internas que recebia, esse modo do PT de indicação de cargos a todo instante. Imagina o gabinete do vice-prefeito com 30 cargos comissionados. Nem lugar para sentar essas pessoas tinham. Me falam em mais de 900 cargos comissionados. Eu acho que o prefeito vai ter uma administração mais leve. Sempre fui defensor da tese de que se deve gastar menos com a estrutura, seja do Estado ou da prefeitura, para investir mais nas políticas públicas. Eu acho que o Marcio terá mais liberdade para fazer um governo mais meritório. Eu acho que ele pode fazer uma administração extraordinária porque ele não terá as amarras que teve até aqui.


O Marcio Lacerda se credencia para as eleições em 2014?


Aécio Neves - Isso é precipitado dizer. O Marcio tem reafirmado seu interesse em ficar na administração municipal. Ele acaba de ser reeleito, então, é até um desrespeito com a população de Belo Horizonte antecipar essa questão. Agora, é preocupar em renovar a administração, estabelecer as novas metas, cuidar de Belo Horizonte. De 2014, nós vamos cuidar somente em 2014.


A eleição em Recife e aqui coloca o PSB em destaque dentro do quadro nacional. Como o senhor imagina que vai ser a relação do PSB com o PSDB em 2014?


Aécio Neves - O PSDB tem uma aliança com o PSB em vários Estados e, talvez aqui, uma das mais sólidas, que é uma aliança natural, que não foi construída para ganhar uma aliança seja nacional, seja estadual. Desde minha primeira eleição, o PSB participa formalmente da nossa aliança, participa dos governos, participou da minha reeleição, participa com Anastasia. Nós apoiamos aqui, em Belo Horizonte, um candidato do PSB e temos várias outras alianças com o PSB no Estado. Mas, o PSB em nível nacional participa da aliança do governo. Seria indelicado da minha parte dizer que o PSB estaria no nosso campo amanhã. O PSDB vai construir uma proposta alternativa mais ousada nos campos das grandes reforma, das parcerias com o setor privado, alavancar os investimentos em infraestrutura. Quais serão os nossos aliados? O tempo é que vai dizer. Eu não posso dizer que alguém que está hoje na base vai vir para se juntar a nós. Quanto mais consistente for o nosso projeto, mais apoio eu acho que vai conquistar, inclusive da sociedade, não apenas dos partidos políticos. Eu tenho muita confiança de que o PSDB estará muito competitivo adiante.


Mas e sua relação com o governador Eduardo Campos?


Aécio Neves - Eu tenho do ponto de vista pessoal uma relação muito próxima com o Eduardo (Campos, presidente nacional do PSB). Nem sempre estamos no mesmo palanque, mas não é impossível que isso possa ocorrer lá na frente. O PSB vai saber, no tempo certo, a sua posição.


Em relação às eleições nacionais, o PSDB teve um desempenho bom?


Aécio Neves - Sim, e tem um fato que eu ressalto: o PSDB se restabeleceu no Nordeste e no Norte do Brasil. Se fizermos uma análise superficial, no Sul e no Centro-Oeste, nós sempre tivemos nas eleições nacionais um ótimo desempenho. Vencemos em todos esses Estados porque ali há um perfil de atividade econômica – produtores rurais em boa parte – que se aproxima mais da visão do PSDB. Mantivemos no Sudeste uma posição sólida nos dois maiores colégios eleitorais, em São Paulo e em Minas. Ganhamos em Belo Horizonte e estamos disputando agora em São Paulo, com reais chances. Mas tivemos um fracasso muito grande no Nordeste e no Norte nas últimas eleições. Nessa eleição municipal, nós já vencemos no primeiro turno em Maceió, com o PSDB, em Aracaju, com o Democratas. Estamos disputando Salvador, João Pessoa, Campina Grande, Teresina, São Luís e em outras capitais. No Norte, estamos disputando em Belém e em Manaus, e o PT não está nessas disputas. Houve aí o início do processo de reinserção da oposição no Nordeste, que eu reputo como o fato que mais me chamou a atenção. As oposições saem muito vivas dessas eleições e devem se preocupar, em 2013, de buscar uma nova interlocução com a sociedade, identificar os grandes gargalos que o Brasil tem e que levam ao crescimento pífio da economia.


Quais os equívocos do governo Dilma que podem ser diretriz do seu projeto de 2014?


Aécio Neves – O PT, desde lá de trás, acomodou-se. Abriu mão de ter uma projeto ousado para o país para se contentar com o projeto de poder. As grandes reformas não foram feitas. Nenhuma dessas questões foram enfrentadas. O governo do PT é pouco generoso com os Estados e os municípios e é ineficiente. Em relação a Minas, O PT tem uma dívida muito grande.


Aécio: presidente 2014 - Link da matéria: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=213499,OTE&IdCanal=1

9 de out. de 2012

Aécio presidente: senador defende antecipação da candidatura

Aécio antecipa candidatura a presidente


Por Redatores da Turma do Chapéu em 9 de outubro de 2012 |



O senador Aécio Neves, apontado como presidenciável, defendeu que o partido tenha o candidato definido até 2014. Para Aécio, o partido não pode repetir o erro de 2010, quando a definição foi muito tarde, mas também não precisa se adiantar. Antes de lançar candidatura, os tucanos precisam definir um programa para o país.


Senador Aécio Neves


Aécio defende antecipar nome ao Planalto


O Estado de São Paulo, 09/10/2012


Um dos pretendentes à candidatura, tucano diz que escolha tem de ocorrer até janeiro de 2014, e não em março, como na eleição passada


O senador e possível candidato tucano a presidente Aécio Neves (MG) defendeu ontem que o partido inicie 2014 já com um nome definido para a corrida ao Palácio do Planalto. Ainda saboreando a reeleição do afilhado político, o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), o parlamentar assumiu discurso de postulante à Presidência, embora dissesse que o posto poderá ser disputado por ele ou “outro companheiro”.


Para Aécio, o PSDB não pode fazer como em 2010, quando lançou candidato mais tarde – no fim do prazo de desincompatibilização, em março. Ressaltou, porém, que “2014 tem de chegar em 2014″ – antes, é preciso discutir um programa para o País.


“Entre o fim de 2013 e o início de 2014, a oposição tem de apresentar o seu candidato”, afirmou. “Acho que não pode ficar para a véspera da eleição. Porque aí o conjunto dos partidos já estará definido. Para que (o PSDB) amanheça 2014 com candidato, janeiro de 2014 deveria ser isso, lançamento da candidatura.”


Para o senador, esse seria um prazo adequado para a apresentação da proposta tucana para o País e, principalmente, para a costura de alianças em torno do “projeto alternativo” ao atual governo petista. Em 2010, o presidente do PSDB, o deputado federal Sérgio Guerra (PE), admitiu que a demora na definição do nome do partido para a disputa prejudicou a candidatura do então governador de São Paulo, José Serra.


Embora ainda eufórico com a vitória de Lacerda sobre Patrus Ananias (PT), candidato apoiado pela presidente Dilma Rousseff, Aécio disse que o episódio não é algo que vá ser decisivo “lá na frente”, ou seja, na próxima sucessão presidencial. Para ele, se houve nacionalização da campanha em Belo Horizonte foi por causa da forma como o Palácio do Planalto entrou na disputa. “Não foi da minha parte”, disse o senador, que introduziu o tema do julgamento do mensalão na campanha e atacou duramente Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


“Temos de discutir qual projeto de País queremos”, disse “Se cair sobre mim (a candidatura), tudo bem. Se for outro companheiro, tudo bem”, disse o tucano, que recebeu o Estado em seu apartamento na região centro-sul de Belo Horizonte. Segundo ele, é preciso fazer “dois grandes favores”: um ao Brasil, livrando-o do que chamou de “período de ineficiência” do governo petista; outro ao PT, mandando-o para “um estágio na oposição”.


“Minha vitória (em 2012) é a vitória de um projeto que está dando certo em Minas Gerais”, afirmou o senador tucano.


Defendendo que o PSDB dedique 2013 às discussões do projeto que apresentará ao País na corrida presidencial, Aécio já alinhava críticas ao governo Dilma. “O PT abriu mão de ter um projeto de País para ter um projeto de poder. As grandes reformas não foram feitas, são as mesmas que precisávamos antes. Os grandes gargalos não foram enfrentados. E não vai ser a presidente que terá condições de fazê-lo. A economia não é a mesma”, disse ele, criticando também o baixo crescimento em 2012 e a abertura “envergonhada” do governo ao setor privado, com problemas como as constantes mudanças no modelo de concessão dos aeroportos.


O senador disse ainda que o PSDB formulará um projeto e buscará alianças, mas afirmou que seria “indelicado” chamar agora o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), para ir para a oposição. “Eu e Eduardo somos amigos há 20 anos”, afirmou. Uma eventual candidatura do pernambucano à Presidência, afirmou o tucano, será um problema dos governistas, não dos oposicionistas.


Pulverização. O parlamentar disse que pretende retomar a discussão da cláusula de desempenho para partidos que queiram entrar na Câmara para acabar com a “pulverização” partidária. A regra exigia que, para ter representação parlamentar, os partidos tivessem ao menos 5% dos votos para a Câmara dos Deputados, distribuídos por pelo menos nove Estados, cada um com no mínimo 3% da votação. Foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal, porque foi feita por lei complementar, o que foi considerado inconstitucional. A ideia de Aécio é transformá-la em emenda constitucional.


“Os partidos têm de representar um segmento da sociedade”, afirmou, contando que, na campanha, ao gravar depoimentos de apoio para a TV, às vezes lhe pregavam buttons com números de legendas que não conhecia. “Hoje, 90% dos partidos representam grupos para vender tempo de televisão na campanha ou para fazer dois vereadores.” Se a cláusula estivesse em vigor, afirmou, haveria apenas seis partidos representados na Câmara, todos “grandes”. “Tem de ser construída uma maioria. Não vai ter consenso nunca sobre isso.”


Segundo ele, no formato atual, “as grandes questões são impossíveis de aprovar” e a criação de mais partidos sempre se dá pela migração “da oposição para o governo” – alusão ao PSD, originado do DEM. “Será que é bom para a democracia ter oposições tão fragilizadas?”, perguntou. “Tem espaço para retomar a discussão.”

Aécio presidente: 2014 começa agora

Aécio presidente: jogo de 2014 começa agora. Senador diz agora estar disposto em ajustar agenda para compromissos em 17 cidades no 2º turno.


Aécio: presidente 2014


Fonte: Valor Econômico

Aécio vai a 17 cidades e busca aproximação com o PSB



Aécio Neves em campanha: para presidente do PSDB mineiro, Marcus Pestana, o jogo de 2014 começa agora.


 Aécio presidente: o jogo de 2014 começa agora

Aécio: presidente 2014



Depois de eleger seu candidato em Belo Horizonte no primeiro turno e rodar o país nas campanhas de seu partido, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) diz agora estar disposto em ajustar sua agenda para compromissos em 17 cidades. São locais onde o PSDB disputa o segundo turno e onde, em alguns casos, tem até agora pouco peso político.


O mapa tucano inclui três capitais no Norte (Rio Branco, Manaus e Belém); três no Nordeste (Teresina, São Luís e João Pessoa, além de Campina Grande), duas no Sudeste (Vitória e São Paulo, além de cidades do interior paulista) e no Sul, Pelotas (RS) e Blumenau (SC). “O senador vai montar uma agenda para, na medida do possível, viajar para essas cidades”, diz o secretário-geral do PSDB nacional, o deputado federal, Rodrigo de Castro (PSDB-MG).


Aécio já disse que está disposto a tomar parte das campanhas dos candidatos que acharem que ele agrega votos. Em São Paulo, José Serra e ele tiveram algumas conversas durante o primeiro turno, mas na segunda fase da campanha não estava até ontem definido se o senador participará da campanha. Os dois estiveram dividiram o partido nas eleições presidenciais de 2010, quando Serra saiu como candidato.


Mais provável nome do PSDB para disputar contra Dilma Rousseff a Presidência em 2014, Aécio teve em Belo Horizonte sua vitória mais importante no primeiro turno das eleições. O prefeito Marcio Lacerda (PSB), lançado pelo senador em 2008 e reeleito agora, poderá ser uma peça importante para sua estratégia.


Os tucanos ligados ao senador veem como uma vantagem Lacerda estar no PSB, partido presidido pelo governador do Pernambuco, Eduardo Campos. O governador também é visto como possível candidato a presidente. A vantagem, no cálculo do PSDB mineiro, é que BH poderá abrir caminho para um eventual apoio de Campos à candidatura de Aécio em 2014 em troca de o PSDB apoiar Lacerda nas eleições para governo de Minas no mesmo ano.


Não é de hoje que Aécio e Campos mantêm um diálogo fácil e a vitória de Lacerda – atribuída muito mais ao tucano do que a Campos – tende a azeitar ainda mais as conversações, segundo os tucanos de Minas.


O PSB é partido da base do governo Dilma. Mas é claramente um dos que estão na mira do PSDB para conversas sobre eleições presidenciais. “O nosso poder de atração vai aumentando à medida que as eleições forem se aproximando”, diz Castro. PP, PTB, PSB e também o PMDB – do atual vice-presidente, Michel Temer — são legendas citadas pelo deputado como exemplos das que os tucanos pretende maior aproximação.


“O jogo para 2014 começa agora”, diz o presidente do PSDB de Minas, o deputado federal Marcus Pestana. Na avaliação de Pestana, novembro e dezembro ainda serão um período de balanço e planejamento para começar 2013 com ações prontas para as eleições presidenciais.


Castro e Pestana falam que entre as prioridades e desafios do senador agora estão relacionados ao desempenho da oposição no Congresso, tendo o tucano como protagonista; a estruturação de um projeto nacional que empolgue eleitores nacionalmente; a inclusão de novas bandeiras, como a do meio ambiente, como uma das marcas do partido; na materialização dessas ideias no nome de Aécio e na atração de outros partidos.


“O desafio dele não está mais em Minas, está no restante do país e para isso ele terá uma estratégia nacional para conquistar corações e mentes”, diz Pestana.



Aécio: presidente 2014 – Link da matéria - http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2860376/aecio-vai-17-cidades-e-busca-aproximacao-com-o-psb

8 de out. de 2012

Aécio presidente: Minas se une em torno do senador

Aécio Neves agradeceu à população de Belo Horizonte pela eleição de Marcio Lacerda.


Aécio, que vem se configurando como presidenciável, pregou a união de Minas em torno de um projeto que é de interesse dos mineiros.


Publicado por: Redatores da Turma do Chapéu



Marcio Lacerda, Aécio Neves e Antonio Anastasia


De olho em 2014, Aécio alardeia ‘união de Minas’


Folha de São Paulo, 08/10/2012


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que a reeleição de Marcio Lacerda faz parte de um “projeto de Minas”.


“Quero agradecer por cada voto, por cada eleitor que foi à urna votar em Marcio, porque está votando num projeto que é de Minas Gerais, obviamente para atender aos interesses dos mineiros.”


O projeto a que Aécio se refere é o da “união de Minas”, tendo em vista a disputa presidencial de 2014.


Ele busca repetir o seu avô Tancredo Neves (1910-1985), que pregava um Estado unido politicamente para pavimentar o caminho rumo à corrida presidencial -Minas é o 2º colégio eleitoral do país.


Aécio prevê vencer em 80% dos municípios mineiros com o PSDB e os partidos aliados. BH será a principal vitrine da marca que o senador tucano tentava fixar antes mesmo da abertura das urnas.


Mas nem tudo são flores. Em cidades-polo importantes, Aécio e o governo de Minas perderão, como Uberlândia (Triângulo Mineiro). Lá, o PT deve prosperar pela primeira vez.


O PT também venceu em Poços de Caldas e Pouso Alegre, no sul do Estado.


Em Juiz de Fora, na zona da mata, o PSDB, que governa a cidade, ficou de fora do segundo turno, que será disputado por PMDB e PT. Em Ipatinga, no Vale do Aço, o PT retomou a prefeitura.


Na região metropolitana de BH, Aécio também perdeu em Contagem, onde o PSDB ficou de fora do segundo turno. Passaram PC do B e PT.

Aécio presidente: Minas se une em torno do senador

Aécio Neves agradeceu à população de Belo Horizonte pela eleição de Marcio Lacerda.


Aécio, que vem se configurando como presidenciável, pregou a união de Minas em torno de um projeto que é de interesse dos mineiros.


Publicado por: Redatores da Turma do Chapéu



Marcio Lacerda, Aécio Neves e Antonio Anastasia


De olho em 2014, Aécio alardeia ‘união de Minas’


Folha de São Paulo, 08/10/2012


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que a reeleição de Marcio Lacerda faz parte de um “projeto de Minas”.


“Quero agradecer por cada voto, por cada eleitor que foi à urna votar em Marcio, porque está votando num projeto que é de Minas Gerais, obviamente para atender aos interesses dos mineiros.”


O projeto a que Aécio se refere é o da “união de Minas”, tendo em vista a disputa presidencial de 2014.


Ele busca repetir o seu avô Tancredo Neves (1910-1985), que pregava um Estado unido politicamente para pavimentar o caminho rumo à corrida presidencial -Minas é o 2º colégio eleitoral do país.


Aécio prevê vencer em 80% dos municípios mineiros com o PSDB e os partidos aliados. BH será a principal vitrine da marca que o senador tucano tentava fixar antes mesmo da abertura das urnas.


Mas nem tudo são flores. Em cidades-polo importantes, Aécio e o governo de Minas perderão, como Uberlândia (Triângulo Mineiro). Lá, o PT deve prosperar pela primeira vez.


O PT também venceu em Poços de Caldas e Pouso Alegre, no sul do Estado.


Em Juiz de Fora, na zona da mata, o PSDB, que governa a cidade, ficou de fora do segundo turno, que será disputado por PMDB e PT. Em Ipatinga, no Vale do Aço, o PT retomou a prefeitura.


Na região metropolitana de BH, Aécio também perdeu em Contagem, onde o PSDB ficou de fora do segundo turno. Passaram PC do B e PT.

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